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Nesta aba, exponho os relatos, comentários e experiências enviados por alunos, amigos e praticantes do MOINTIAN.
Todos os relatos, descrições e declarações foram transcritos tal e qual seus autores escreveram.
Para ter seu relato aqui exposto, basta seguir as orientações que estão página 430 do livro Conversando Sobre MOINTIAN ou da seguinte postagem do blog "Conversando Sobre MOINTIAN": Partilha de experiências e enviá-lo para meu e-mail.


RELATOS - POR ORDEM DE CHEGADA / INICIADO EM 12/04/2015

> O relato I recebeu alterações recentes.


XXVI.
No meio do caminho tinha um cachorro
Certo dia, indo a um compromisso, peguei uma rua errada. Dei algumas voltas para retornar ao trajeto correto. O tempo passando... eu me atrasando. O interessante naquele momento era que os minutos corriam no relógio mas, dentro de mim, o ritmo não se alterava. Permaneci assim, em total harmonia interior em direção à rua que me levaria de volta ao meu objetivo. E foi então, que me deparei com algo: surpreendentemente, bem ali, na calçada, estava meu cachorro, Freud – um velhinho rabugento que há uma década me acompanhava nessa vida, mas que há sete meses estava desaparecido. Mas como assim? Eu estive passando por esse bairro, por essas mesmas ruas um milhão de vezes atrás dessa criaturinha e nunca havia encontrado sinal sequer. Já o tinha dado como morto.
E “morto” ele continuaria caso, naquele mesmo dia, eu não tivesse entrado na rua “errada”, e mais: tivesse eu, saído de mim e ficado irritada por conta do descuido, provavelmente, focada no descontrole, nos batimentos cardíacos acelerados, não teria notado aquela presença naquele canto da calçada. Ele estava diferente... e eu também.
No estado da desarmonia, os erros levam a mais erros, mas na amorosidade e na devoção, tudo é acerto.
Quando se está no fluxo, por vezes há um descaminho, uma curva, uma vírgula, no trajeto. Mas quando se está no fluxo, em total entrega, há ‘porquês’, não ‘comos’. O ‘como’ pode ser determinado por fatores diversos daqueles que imaginamos, mas uma vez no fluxo e querendo ali permanecer, é preciso se jogar do precipício e sentir as asas se abrindo somente durante a queda. Descobri que estar no fluxo não é ausência de objetivo; é objetivar com percepção, sensibilidade, afeto, abertura. É amar, não desejar. É sentir, não pensar sobre sentir.
Quando experienciamos isso, o drama acaba, o desespero acaba, a frustração se torna um leve desconforto momentâneo. Muitas vezes nem se faz presente, mas caso ocorra, será dissolvida na confiança; não será alimentada até que tome conta de nós mesmos e nos cegue, e nos tire a paz, e aí sim, nos tire do caminho. Quando um ‘não’ chega até nós enquanto estamos nesse estado, nos alegramos e agradecemos porque entendemos que aquilo diz algo sobre nós que precisávamos saber e que nos impulsionará a ‘comos’ e ‘porquês’ mais elevados e que estejam de acordo com o nosso estágio atual no processo de desenvolvimento.
Para enxergarmos o cachorro no caminho, temos que nos tornar o próprio caminho. É preciso parar de latir e de correr atrás do próprio rabo.

Sobre o texto acima: pra bom entendedor, uma palavra basta - “MOINTIAN”
Antes do cachorro se perder, era eu quem estava perdida... Enquanto o procurava, me encontrava. Quando me tornei o cachorro e, mordi o rabo, a dor me fez soltar a procura e então, o caminho fluiu em mim. O fluxo sempre pede passagem, mas a passagem para o Fluxo se chama MOINTIAN. Ele é o tíquete (Manual), o transporte (práticas e símbolos) e a viagem (o processo). A tarifa custa muito, mas muito menos do que vale. O preço? Tudo! Tudo o que fomos, tudo o que queríamos ter sido, tudo o que desejávamos ainda ser, tudo o que tínhamos, tudo o pensávamos que éramos e que sabíamos sobre nós, sobre o mundo e sobre essa palavra ‘tudo’.  Ao embarcar nesse, que é o trem-bala mais rápido desse planeta, levamos nosso tudo na mochila, mas só por um motivo: para esvaziá-la durante o trajeto. Tortuoso, vertiginoso, mas gratificante, inigualável, sem precedentes e seguro. E justamente por ser seguro é que a cada curva sinuosa, precisamos ir nos desfazendo dos pesos para que não nos causem ainda mais danos. A cada pedaço do nosso tudo que jogamos pela janela, ficamos mais à vontade para nos entregarmos à viagem, para entender e curtir o caminho, e admirar a paisagem. Durante uma tempestade de rochas, preocupados com algumas coisas na mochila, nos jogamos ao chão, agarrados a ela. Estamos nos debatendo, tentando fugir das pancadas, do barulho assustador. Nossos braços a envolvem tão fortemente... Estamos nos machucando para protegê-la da tempestade, porque ainda dormentes, não identificamos que é de dentro dela que vem o temporal. Então, a cada estação, nos momentos de calmaria, a mochila está mais vazia e nós estamos mais cheios. Então, a cada estação descobrimos que nosso antigo tudo era vazio. Bingo! Uma vida inteira tentando preencher o vazio interior com esse tudo. Que nunca foi nada. Ou melhor, que sempre foi nada.
Antes da viagem eu, que escrevo, não poderia compreender sobre o que realmente falam minhas próprias palavras. Mas MOINTIAN é isso. MOINTIAN é consciência. É o despertador. É prego e martelo. Não é um meio sem fim, tampouco é um fim. Não é maquiagem; pelo contrário: é tirar a máscara, olhar para a fera e ter força, sabedoria e ferramentas para soltá-la do porão, ouvi-la e então, deixá-la ir.  Antes da viagem, não sabemos exatamente para onde estamos indo, mas durante seu curso, MOINTIAN nos entrega as chaves, nos dá o combustível e nos mostra a direção.
Chegamos ao destino da viagem já sem a mochila. Deixamos o tudo pelo caminho para caminharmos com o todo. Não tememos mais. Não temos mais. Agora simplesmente somos.
- Ufa! Chegamos! Mas que lugar é esse mesmo?
Logo à frente, uma placa luminosa, com letras douradas:
Seja Bem-Vindo a SEGUIMOS...

Fernanda - 12/2016

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XXV.
Queridos e Queridas da Família MOINTIAN!
Eis que chegou o meu momento de falar sobre MOINTIAN, compartilhar experiências, vivências e aprendizados.
Posso falar de MOINTIAN sob três aspectos:
- Como buscadora de um caminho espiritual para meu desenvolvimento e autoconhecimento;
- Como promotora dos cursos holísticos que me tornei naturalmente, dentre eles o MOINTIAN;
- Como Terapeuta Holística.

Começo falando sobre o “ser que busca”
Fomos educados e estimulados a buscar fora o que só encontramos dentro. Para mim essa frase está cheia de significados, mas essa certeza somente vem depois de uma entrega verdadeira ao caminho espiritual.
Era comum nos cursos que frequentei ouvir essa resposta dos alunos quando o professor perguntava: por que estás aqui neste curso?
Todos respondiam iguais: estou aqui buscando algo.
Então seguiremos buscando sempre até encontrar um caminho verdadeiro que nos mostre que o correto é fazer o inverso, é olhar para dentro, é parar de buscar e finalmente despertar.
Para mim esse caminho verdadeiro eu só encontrei com o MOINTIAN.
No inicio é bastante impactante o que lemos, pois fazemos uma desconstrução de tudo que acreditávamos. Ficamos órfãos de pai e mãe. As bengalas somem. Tu só podes contar contigo mesmo. E que bom que é assim, pois dessa forma assumimos o comando das nossas vidas e nos responsabilizamos por todas as escolhas.
Quando eu entendi o processo eu Amei, pois minha alma veio buscar a Liberdade e hoje Eu Sou Livre.
Como muitas pessoas que despertam para a espiritualidade, também fui uma incessante buscadora, participei de vários cursos que pudesse ajudar no meu desenvolvimento espiritual, na minha evolução.
Naturalmente passei a promover os cursos e ser iniciada em todos que promovia. Achava que isso me faria muito bem. Um grande engano hoje eu sei o quanto a variedade de energia, as misturas dos métodos nos prejudicam.
Muitos ainda acreditam que fazendo vários cursos estarão conseguindo evoluir na espiritualidade e atingir a liberdade. O que acontece é o contrário, ficamos mais presos ainda, andamos em círculos sem encontrar a saída.
Reconheço a importância deste método, do quanto aprendi com essa prática e do que me tornei, pois foi só através do MOINTIAN que tive consciência dessa realidade.

Como promotora de cursos holísticos, minha experiência aconteceu naturalmente. Não tinha como objetivo esse trabalho, tudo foi acontecendo e quando percebi já tinha um nome como referência nesta área. Promovi vários cursos, trouxe palestrantes do Brasil e até do exterior.
Participei de todos os cursos sendo iniciada e com certificados que me davam condições de usar a técnica, pois paralelamente comecei a atender como Terapeuta Holística.
Foram alguns anos dedicados as muitas técnicas que conheci. Fiz vários cursos sem falar nos outros tantos que promovia e que acrescentavam um certificado ao  meu currículo. Só que não me sentia realizada.
Mas felizmente eu reencontro o Jardim, Codificador do MOINTIAN, onde em 2002 fiz minha primeira iniciação neste método e tive a honra de conhecê-lo. O encontro com ele sempre é de uma imensa alegria, acho que só quem vive essa experiência entende realmente.

A partir desse momento segui somente com a energia MOINTIAN, passando a promovê-lo e me dedicar integralmente a essa energia.
Essa escolha foi necessária e continua sendo um ponto importante dos ensinamentos e que alguns não conseguem entender e aceitar.
Acredito que seja por não entenderem propriamente o que é um trabalho energético, pois a mistura de energia é algo muito comprometedor e prejudicial a qualquer pessoa.
Assim que tive essa consciência nunca mais permiti interferências em meu campo energético, pois sei das grandes consequências que isso traz.
Como ser livre se a todo o momento eu permitisse laços energéticos me envolvendo, energias de origens desconhecidas, onde a mensagem é que vai me ajudar a melhorar, será?
Tenho a certeza que não é bem isso que acontece.
Hoje depois de toda essa caminhada e do que sou realmente, entendo e aceito todas as mudanças e desapegos que enfrentei. Tudo isso me tornou mais forte, mais atenta às ilusões e as tantas inverdades que existem neste caminho.
Ainda vejo muitas pessoas iludidas, prisioneiras de crenças e dogmas, com medos paralisantes e sem poder pessoal. Fico muito triste com isso, mas tenho que aceitar que grande parte da humanidade não irá despertar. Por outro lado fico feliz de ter compartilhado com tantos amigos da mesma experiência, onde atingimos um grande despertar de consciência.
A energia do MOINTIAN é independente, ela atua diretamente conosco, basta realizar as práticas, estar conectado. Então naturalmente nos damos conta das coisas, é como se abríssemos os olhos para algo que estava muito encoberto.
O bom disso é que vivenciamos sozinhos, tiramos aprendizados, essa verdade é nossa, não é algo manipulado ou influenciado.

Como terapeuta passei a atender somente com o método MOINTIAN, embora saiba muitas técnicas as quais adquiri no decorrer da caminhada.
Não me arrependo de nada, pois como bem está escrito no manual do MOINTIAN, ele abrange todas as técnicas, ele vem primeiro abrindo todo campo energético.
Falo isso, pois experiências de colegas que ainda usam outras técnicas me relataram dizendo que ele vem primeiro. No meu caso é claro que é assim.
Os resultados com essa energia são rápidos e definitivos. Trabalhamos com a entrega total dos resultados, acontece o que precisa efetivamente. Não manipulamos nem assumimos a responsabilidade pela cura, pois a pessoa é responsável pela sua vida e pela sua cura.
Essa é outra grande diferença do método em relação às outras técnicas bem conhecidas.
Penso que a parte terapêutica do Método MOINTIAN ainda está em construção e definições, que ao usar a energia acontece situações que estão além do nosso entendimento, mas que temos resultados importantes é algo concreto.
Por isso acredito que ainda teremos muitas experiências, pois o MOINTIAN é uma energia viva, ele sempre estará presente onde desejarmos uma verdadeira transformação.

O GRUPO DE SANTA MARIA
Conheci o Delci Jardim em junho de 2002 quando trabalhava como promotora de eventos holísticos e me solicitaram organizar o curso Sistema Devocional. Tinha um chamado muito forte para mim, pois logo me identifiquei com a proposta vinda da nossa amada Mãe Cósmica.
Ao final do curso tive a iniciação e lembro até hoje o que senti. Chorei de emoção ao estar frente aquele ser de tamanha grandeza. Na ocasião, não tinha a mínima ideia do que seria este método, pensei que seria mais um para a lista de certificados que a maioria colecionava, mas felizmente não foi mais um. Ele foi o único que transformou a minha vida de verdade.
Segui meu trabalho promovendo outros cursos por alguns anos, e não tivemos mais contato quando em 2009 recebo convite para uma palestra do Método MOINTIAN. Agora estabelecido e organizado como um método, pois tinha o manual que todos conhecem hoje.
Fui ao espaço holístico desta amiga que indicou que eu promovesse o curso do Jardim anteriormente. Convidei alguns amigos que já estavam iniciados e outros que iriam conhecê-lo naquele dia. Foi uma grande alegria reencontrá-lo e a partir dali seguimos contato frequente, onde sugeri que viesse para uma palestra organizada por mim.
Promovi a palestra em julho de 2009 e aos poucos fui resgatando os amigos da caminhada espiritual, formamos um grupo mais coeso e fiel ao método. Já tínhamos um grupo de meditação da Grande Fraternidade Branca desde 2005. Foi bem mais fácil organizar o grupo para praticar a meditação específica do MOINTIAN, toda a quarta-feira.
Foram cinco anos sem falhar um único dia. Tivemos várias experiências com as reuniões semanais, as pessoas vinham com bastante curiosidade, pois na época era muito comum participar de vários grupos. Mas no MOINTIAN é bem diferente, aos poucos foram percebendo.
Em fevereiro de 2010 festejamos os 10 anos do MOINTIAN com atividades e cursos.
Foi durante um final de semana que nos reunimos para as atividades, pois teríamos iniciações nos níveis I e II.
Reservei um local onde todos que pudessem ficariam hospedados, visto que alguns viriam de outras cidades. Tivemos conversas importantes, partilhas valiosas. Como sempre estar mais um minuto próximo ao Jardim sempre é transformador, mesmo que seja para contar histórias e dar risada. Tudo é transformador!
Realizamos algumas vezes a Cerimônia do Wesak, um momento muito especial para todos nós e a humanidade como um todo.
O primeiro Wesak foi bem especial principalmente para mim, pois já tinha vivenciado em uma meditação a preparação para receber o Cetro.
Sem que eu soubesse neste Wesak eu definitivamente ganhei de Micah o Cetro e a Liberdade, como muitos falam também a Ascensão.
Tenho certeza que foi para todos muito especial, pois nessa meditação conduzida pelo Jardim fomos transportados ao Lago Titicaca e participamos da festa com as hierarquias e os Mestres Ascensionados. Felizmente ainda tivemos mais um encontro de Wesak com o grupo, onde a energia é compartilhada com toda a Humanidade.

Voltando à ordem cronológica dos fatos em que referi 2010, a partir daí o Jardim já estava de volta ao Brasil e deu seguimento na sua proposta de trabalho.
Nessa ocasião tentamos encontrar e até construir um local para o Jardim permanecer quando estivesse em Santa Maria, mas infelizmente não conseguimos concluir o projeto.
Claro que isso não foi impedimento dele seguir vindo em nossa cidade, pois ofereci minha casa e sempre agradeço por esses maravilhosos cinco anos de convívio e aprendizados.
Assim organizamos um grupo de pessoas realmente interessadas em evoluir, transmutar e ascender.
Procurei sempre passar a chama devocional para os novos que chegavam interessados no método. Alguns seguiram outros sumiram. Sabemos que é normal essa oscilação quando se trata de energia.
Com o tempo começamos outra atividade as quintas-feiras. Atendimentos ao público com a prática de mantras do Nível IV do MOINTIAN.
Sempre com a orientação do Jardim organizamos o trabalho para proporcionar as pessoas um melhor aproveitamento desta energia.
Éramos em um número de 8 ou 9 pessoas que entoavam os mantras individualmente, depois dos visitantes serem atendidos entoávamos para cada participante do trabalho.
Esse tempo foi muito bem aproveitado, tivemos vários cursos, charlas, atendimentos terapêuticos feitos pelo Jardim. Considero uma época de muita importância para todos, pois a presença dele ajudava muito o nosso desenvolvimento espiritual.
Várias vezes presenciei atitudes dele intensificando a energia nos iniciados, ajudando a abreviar o tempo de transformações. Ansiava para que a maioria alcançasse o nível mais alto da energia, pois ele já sabia que tínhamos esse potencial. Foi muito linda essa descoberta.
Particularmente falo de momentos bem importantes de aprendizado com o Jardim. Um deles foi o apoio para eu começar a iniciar as pessoas como instrutora. Na época nem sabia que já estava com essa função. Convidamos amigos que interessavam iniciar e fizemos as iniciações em conjunto.
Também é importante falar do quanto eu me desenvolvi enquanto estive convivendo com o Jardim. Acredito que ele tenha sido a única pessoa que acreditou no meu potencial verdadeiramente. Nem eu acreditava, mas seguia meu interno e fazia o melhor que podia.
Hoje me sinto forte, capaz de realizar muito mais ainda. Sempre falava que assumir a coordenação do grupo foi algo natural, pois sentia a responsabilidade de estar aqui na Terra e ajudar a melhorar a humanidade.
Aos poucos vamos descobrindo o nosso propósito terreno, e para mim o Despertar da Consciência sempre foi o meu caminho. Entendo que precisamos começar por nós mesmos para depois ser um exemplo ou uma referência.
Com certeza que enfrentei dificuldades, mas tenho comigo que a verdade é nossa proteção, então cedo ou tarde essa verdade aparece e tudo se esclarece.
E a vida segue, assim conseguimos atingir níveis e realidades nunca imaginadas que fosse possível conseguir, graças às ferramentas verdadeiras e eficientes que o método proporciona.
Também é importante falar do Mestre, do Jardim, do Amigo, da parceria que tivemos enquanto convivemos. Muito simples e tranquilo, dividimos assuntos importantes, conversávamos em como passar a verdadeira mensagem do MOINTIAN. Também tivemos muitos momentos agradáveis enquanto saboreávamos uma pizza em minha casa.
A pizza era o pretexto para estar um pouco mais ao lado dele, de aprender mais, pois conversávamos sobre tudo com muita alegria. Os amigos mais chegados sempre participavam. Ou aquele chimarrão logo cedinho, feito por ele mesmo. E nessas conversas informais, certo dia ele pergunta o que fazer para falar a realidade das coisas. Era um momento decisivo e, lembro que falei que só seguiria o trabalho com ele se fosse falado toda a verdade.
E o tema “verdade” continuou forte e importante, pois a partir disso ele começou a escrever outros livros. Penso que assim o MOINTIAN definiu e manifestou o seu real propósito.

Uma experiência muito forte que o Jardim nos presenteou foi o encontro com Micah.
Em meditação tivemos um momento muito especial. Cada amigo presente teve sua experiência, mas no geral, todos choravam de emoção. Lembro-me de uma frase que vinha sem parar à minha mente: Eu Sou a Luz do Mundo.
Uma amiga que fazia parte do grupo, disse que via Micah na frente de cada um dizendo que nos amava. Era um amor indescritível, por isso as lágrimas teimavam em cair, pois foi muito intenso e verdadeiro este momento.
Vivenciamos essa energia uma vez, mas é só lembrar que tudo está ali novamente.
Obrigada Micah, Micah, Micah-el!!! Obrigada Jardim!!!

Lídia Leão - 12/2016

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XXIV.
Falando sobre MOINTIAN
Conheci o Delci em uma palestra que ele fez em Santa Maria.
Fui convidada a assistir a palestra, da qual tinha uma conhecida que já havia feito até o Nível III e falava muito bem do Método MOINTIAN.
Começando a palestra, eu curiosa para saber sobre o Método, o pessoal foi fazendo perguntas ao Delci, e me chamou a atenção que ele era muito novo para tanto conhecimento, na época ele tinha 38 anos, pois não era nada comum saber tanto nem ter conseguido ler a ponto de ter aquela bagagem toda de conhecimentos. Achei que alguma coisa estava errada, fiquei intrigada com todo aquele conhecimento, mas quem era eu para estar julgando.
Nessa época ele estava morando em Santo Tomé, na Argentina, cursando Medicina. Veio a Santa Maria tentar divulgar o MOINTIAN, mas tinha que voltar logo, pois tinha aula.
No dia da palestra recebi a chama do MOINTIAN, do qual achei forte a energia e gostei muito. E já queria saber quando ele iria dar o Nível I, mas como ele morava fora, não tinha como ele voltar em seguida para fazer as próximas iniciações. Fiquei passando e-mail e insistindo para que ele viesse dar cursos. Até que falei com a Lidia e comentamos sobre, e ela me disse que nas férias ele viria e ela iria ajudar a organizar os cursos. Era tudo o que eu queria ouvir aquele dia. Sabia que iria conseguir continuar o que eu tinha gostado tanto.
No dia 9 de fevereiro de 2010, dia em que completariam 10 anos do Método, foi realizado o tão esperado curso. Na realidade foram algumas informações sobre o Método e iniciações para várias pessoas que estavam em níveis diferentes e que queriam ser iniciadas pessoalmente, pois tinham feito iniciações sozinhas, outras fazia tempo que tinham recebido a chama. Eram variadas as situações.
Foi o início de um período do qual o MOINTIAN começou a ser conhecido em Santa Maria e começou então uma nova etapa de divulgação e de novos interessados em conhecer o Método. A partir daquele momento o Delci passou a se dedicar a fazer atendimentos, charlas e cursos. Começava ali um novo ciclo do MOINTIAN em Santa Maria. Eu, na época, trabalhava com Terapias Alternativas, (Imposição de mãos, Acupuntura, Massagem Terapêutica, Florais, Regressão) e tinha uma sala de atendimento. O Delci passou a fazer os atendimentos com o MOINTIAN nessa mesma sala. De quinze em quinze dias ele vinha de Santiago, onde residia, pois nessa época ele voltou a morar em Santiago. Ali eram feitos atendimentos, mas o número de pessoas interessadas em saber sobre MOINTIAN foi crescendo e a Lídia teve que providenciar uma sala para serem feitas as Charlas e futuros cursos. E assim iniciou-se então a caminhada.
Formamos um grupo de pessoas interessadas em praticar a meditação das quartas-feiras. Durante o primeiro ano foi assim que o Delci trabalhou e nos passou os conhecimentos. Depois, a Lídia conseguiu um outro local para os atendimentos, charlas e cursos, que ficava no subsolo de onde ela morava. E ali ficamos com um grupo por mais quatro anos com muito aprendizado e muitas experiências foram adquiridas. O Delci nesse período também escreveu e publicou o livro branco, o da Meditação e o livro Verde.
Hoje, não trabalho mais com as terapias alternativas. Dedico-me a praticar somente MOINTIAN e em mim. Estou preocupada com minha caminhada espiritual e não mais em ficar tentando ajudar os outros. E me sinto muito melhor como pessoa hoje do que antes, quando pensava que trabalhando nas pessoas eu estava contribuindo para aliviar sofrimento alheio. Meu trabalho com MOINTIAN hoje abrange muito mais pessoas do que quando os atendimentos eram individuais.

Vou relatar aqui uma experiência que tive. Tive várias, mas a mais marcante vou comentar.
A experiência foi em uma situação que passei com meu filho, que participou do momento do incêndio da boate Kiss. Ele, (meu filho) ficou 12 dias internado no hospital e entubado. Teve como diagnóstico várias queimaduras no pulmão, porém pequenas e nas orelhas também. Ficou os primeiros 4 dias em estado gravíssimo (esse era o boletim médico) sem reagir ao tratamento inicial. O momento era preocupante, mas eu tive todo o apoio energético e psicológico do Delci. Ele foi a pessoa mais fundamental nesse meu momento, que era para ser de desespero, mas por ter todo esse apoio, acabou por ser um momento apenas preocupante. A calma que eu tive para lidar com essa situação só foi possível por que eu recebia a energia do MOINTIAN. Fez com que eu me mantivesse equilibrada emocionalmente e minha família também. Eu ligava todos os dias para o Delci ou ele me ligava para comentarmos como estava evoluindo a situação. Sendo assim, ele, o Delci me enviava energia para que eu transmitisse ao meu filho também, no horário em que eu estivesse com ele. E assim foi durante todo o tempo que ficamos no hospital. No quarto dia que meu filho não reagia, eu comentei com o Delci, e ele veio energeticamente até os pés da cama onde meu filho estava na UTI, abriu os braços e saiu um clarão de luz que cobriu em volta do meu filho. Eu estava na sala de espera aguardando o horário de visita para poder entrar quando senti e vi o que o Delci estava fazendo. Ele não me comentou que iria fazer uma energização direta no meu filho, apenas fez. Foi lindo de sentir e ver, juro que fiquei com medo que meu filho quisesse levantar naquele momento da cama, o que não podia, pois estava entubado e em coma, dormindo. Mas a sensação que eu tive por sentir aquela energia tão forte era que ele iria acordar e levantar. Durou imagino que uns minutos, não sei dizer, perdi a noção. Mas foi pouco tempo. E a partir desse momento que recebeu essa energia, meu filho começou a reagir, no outro dia foi desentubado.
Em uma conversa, uma vez o Delci comentou que não nos envolvêssemos na energia dos ambientes, em energias coletivas, que essas não eram puras. E esse ensinamento me marcou. Durante o tempo em que estávamos no hospital lembrei dessa conversa e fiz exatamente o que havia aprendido. Um aprendizado tão simples e que se tornou tão importante. Em momento algum eu partilhava a minha preocupação com meu filho, com ninguém. Nos corredores do hospital era um zum-zum-zum, pessoas chorando e comentando o tempo todo sobre o acontecido, e eu me afastava, não entrava na energia de sofrimento que as pessoas estavam gerando, sem saber, mas estavam gerando uma imensa onda de expectativa negativa. Mas eu me mantinha neutra diante daquelas pessoas. Quando vinham comentar comigo e eu me afastava, pois eu tinha confiança na energia do MOINTIAN e sabia que ao me manter ali distante emocionalmente daquelas pessoas, eu estava protegendo a mim e a meu filho. Eu sozinha, sem me envolver com a emoção do ambiente, estava gerando tranquilidade para mim e para meu filho, porque dentro do equilíbrio não existe brecha para o desespero. Essa forma de agir foi devido a ter prestado atenção, seguido e confiado no que o Delci nos ensinou. Bendita foi essa conversa que tivemos, pois assim me comportei e fiquei diferente e aparentemente indiferente aos demais, mas que nada, eu estava gerando uma energia positiva da qual era necessária e fundamental para o momento. Energia essa que criou força e estava dando certo. Chegava em casa e pouco ou quase nada eu fazia de comentários, e assim me mantive durante todo o tempo. A energia que o Delci passou teria atuado devidamente. E a partir daquele momento, era só aguardar que tudo estava fluindo, melhorando.
Meu filho ainda ficou hospitalizado, passou por vários procedimentos médicos, mas foi a partir daquele momento que começou a mudar o quadro clinico em que ele se encontrava. Eu fiquei cada dia mais confiante de que tudo iria acabar bem, e realmente foi o que aconteceu. Meu filho saiu do hospital depois de 12 dias internado, mas ficou sem nenhuma sequela, nem física nem emocional. Ele continua a fazer e tem que fazer durante 5 anos exames de 6 em 6 meses para acompanhamento de como está. Ao fazer os exames rotineiros não consta nenhuma lesão, nem marcas das queimaduras que teve. Todos os exames, o resultado é normal. Pulmão limpo, sem cicatriz. Psicologicamente também não ficou com nenhum problema, emocionalmente está normal. Sendo que a grande maioria que passaram pela mesma situação ficaram com sequelas e ou problemas emocionais bem significativos. Meu filho foi o único que não ficou com nenhum problema.
Então, a gratidão que tenho pelo Delci, é imensa. Pois se eu não conhecesse ele, e não tivesse aprendido esse ensinamento, e colocado em prática, com certeza o resultado do quadro clinico do meu filho iria ser igual ao dos demais que também estavam lá na mesma situação.
Tenho profunda admiração a esse método e ao codificador que nos trouxe essa dádiva para compartilhar e ensinar.
Sou uma mointianiana muito feliz, por que sei o poder da energia que usamos, e do quanto podemos nos melhorar como pessoas somente usando essa energia tão pura, tão forte.
Esse foi meu relato de uma experiência que saímos com excelente resultado.

E agora, continuando o que falava antes do relato.
E agora tudo mudou, iniciou-se outro ciclo onde não temos mais cursos nem atendimentos com MOINTIAN. Aprendemos a andar sozinhos, sem a necessidade de estarmos em grupos, dependendo uns dos outros. Foi-nos ensinado o necessário para termos segurança de saber andar sozinhos, sabendo nos autoaplicar a energia e a resolvermos nossas situações sem ficarmos dependentes do Delci.
E isso nos traz uma liberdade, uma autonomia, que tem um valor inestimável.
A minha escolha foi e é gratificante, agradeço sempre (mentalmente) por ter reencontrado o Delci nessa existência.
Acho que é essa a minha parte de contribuição. E que tenhamos mais vivencia e experiências boas, enquanto tivermos o privilégio da convivência com o Delci. Abraço.
Gisele - 09/2016

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XXIII.
Conheci o MOINTIAN através de um amigo que já conhecia a Chama Devocional e me convidou para assistir uma palestra.
Chegando lá o Jardim me reconheceu, mas eu não o reconheci. Aceitei a chama e peguei o Manual.
Percebi lá havia coisas que já me eram familiares, verdades que eu já tinha vivenciado. Eu já havia passado por vários grupos, terreiras de umbanda, nação candomblé, mas não os aceitei, nunca me assumi naqueles lugares.
Fiz a iniciação do Nível I, e aparentemente nada aconteceu. Fiz o Nível II e começaram as catarses. Eu trabalhava, na época, como terapeuta, e pedi socorro ao Jardim quando um caso difícil e desafiador apareceu. Então eu havia reconhecido a luz que ele traz consigo. Apareceu um ser de luz que não dava para ver o rosto. Ele irradiava uma luz dourada muito forte, não dava para perceber se era do cardíaco ou do plexo. Então, perguntei ao jardim quem era aquele ser. Ele me perguntou se eu me conhecia nos planos interno, então eu entendi meu primeiro encontro interno, aos 13 anos. Em 1998 um ser de luz começou a falar comigo, mas nunca disse seu nome. Esse contato durou um ano. Ele me disse: sou teu melhor amigo e em breve tu saberás... E eu não o vi mais. Vi então um Xamã, que me aconselhava nas horas difíceis. Mas só após o Nível III que entendi, começou a clarear quem eu era nos planos internos. A mente racional acalmou e fiz minha escolha de ser livre. Somos viajantes cósmicos. Acordei para o trabalho. Quando começamos a entender que somos espíritos dentro de um templo sagrado chamado corpo físico e que cada um tem a chave para sair, mas não lembramos.
Eu tive 51 anos de convivência com minha mãe e não reconheci. Só após sua partida eu a reconheci. Portanto, como grupo, também não nos reconhecemos. Mas somos guerreiros e guerreiras sem armas conhecidas aqui. Se entendermos nosso ser interno, jamais competiremos entre nós. Não sentiremos ameaças e usaremos nossa personalidade para nos impulsionar para quebrar padrões e crenças limitadoras que estão aqui há milhares de anos.
Nosso trabalho parece utopia, mas é tudo simples. Não é fácil, porque descuidamos das coisas pequenas. Só as grandes enxergamos.
Agradeço à Marta pela luz que ela irradia e ao Jardim pela paciência com todos nós e à família MOINTIAN que ajudou a implantar ou materializar esta energia. Tem gente que nunca viu nada. Veja isso como uma bênção, como uma escolha interna. Acreditem que somos seres lindos e perfeitos e que muitos irradiam muita luz, apenas não percebem.
Milton.

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XXII.
Quando conheci o Método MOINTIAN, fiquei em pânico, pois o seu recado forte, contrariava, negava, tudo o que eu acreditava, em relação à evolução espiritual. Foi um choque, mas queria ouvir mais, saber mais. Uma ressonância interna me mandava persistir; sentia serem verdades reveladas, e continuei.
Um dia, estava indecisa: se participava de uma nova charla ou assistia a uma palestra de um líder espiritual, vindo de outro estado. Mais uma vez, o interno venceu. Fui à charla. Ao entrar, na sala de reuniões do MOINTIAN, senti uma fortíssima energia, uma alegria. A impressão era de ter reencontrado algo muito valioso, perdido no tempo.
Resolvi, então, me aprofundar no Método. Fiz as iniciações, as técnicas, as leituras etc.
O processo interno foi intenso, nada fácil.
Vieram as inquietações, os conflitos, os questionamentos, os medos... Mas, também vivenciava períodos de serenidade, de confiança, de energia, de paz. Estava rompendo posicionamentos cristalizados, desfazendo vínculos e conexões com outras “caminhadas espirituais”. Aos poucos, invertia a caminhada, retornava, agora, do externo para o interno; acordava!
O MOINTIAN me fez entender que estava dentro de mim o que, por muito tempo, procurei fora.
Certamente, o MOINTIAN foi o Método que me libertou de crenças equivocadas e de servilismo energético a propósitos não cósmicos.
Hoje, comando minha vida! Obrigada.
Maria Angélica Fraga

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XXI.
Memórias
A grande jornada terrena até o autoconhecimento e o encontro de quem somos

História de minha infância
Quando ainda pequeno, conta minha mãe que passou pela rua uma cigana e pediu a ela que lhe desse o seu filho. Com a negação, a cigana pediu a minha mãe que lhe desse um copo de água, o que foi servido.
A cigana então se aproximou de minha mãe e pôs a mão encima de minha cabeça e disse para minha mãe que se “eu” não fosse dela, não seria de mais ninguém.
Passaram-se alguns dias e minha saúde começou a piorar, com vômito e diarreia. Levaram-me para muitos médicos nenhum deles achava a causa da minha enfermidade. Desesperada, minha mãe procurou todos os recursos da época e nada. Meu estado físico estava muito ruim. Então foram aconselhados a procurar um frei capuchinho que fazia práticas de exorcismo em casos muito especiais.
Conta minha mãe que, quando o frei olhou para mim, disse a ela que não sabia se iria conseguir reverter o “feitiço”. Conta minha mãe que por mais de três horas o padre capuchinho rezou, orou e recitou palavras que ela não entendeu. Exausto e lavado de suor, o frei então olhou para minha mãe, colocando sua estola sobre mim e disse: Vá para casa que seu filho está salvo. Daquele dia em diante a doença sumiu e minha vida transcorreu como a de todas as crianças da minha época.
Na minha adolescência e já na vida adulta sempre tive uma angústia que me acompanhou.
Saí de Caxias e vim para Santa Maria, mas a angústia sempre me acompanhava.
Às vezes escrevia e guardava o que escrevia. E foi por motivo deste relato que hoje fui verificar um dos meus escritos, o qual relatarei adiante.
Em Santa Maria, tornei-me um buscador, para ver se conseguia arrancar de mim aquela angústia: fui rosacruz; fui mahikari; fui kardecista; fui umbandista. E a angústia passava e voltava.
Em Santa Maria construí minha vida como empresário, pai de família. Tenho uma vida feliz, mas por muito tempo vivi com aquela angústia.
Certa vez, em um centro de estudos que tínhamos, no qual estudávamos sobre os ensinamentos de Joan Kuler, havia uma senhora que recebia uma preta velha. Então perguntei a ela, quando estava incorporada, o porquê da minha angústia, por que mesmo eu sendo espírita, “não via nada”, não ouvia nada, não escutava nada, somente sentia vibrações quando estava no exercício de minhas funções como médium. Disse-me, então, a preta velha: chegará o tempo que você compreenderá e entenderá todas essas perguntas. Disse-me: Você é uma fruta verde que com o tempo e amadurecimento encontrará todas as respostas. Não fiquei muito satisfeito com a resposta, mas nada podia fazer.
Continuei em minha caminhada.
Junto com a Lídia, formamos um grupo de estudos e energização baseado nos ensinamentos e nas figuras geométricas ensinadas pelo mestre Trigueirinho. Passou-se algum tempo e o grupo se desfez.
Certo dia fui convidado para participar de uma reunião sobre uma nova maneira de trabalhar com a energia. Foi no bairro Rosário que tive o primeiro contato com o MOINTIAN, que naquele tempo era denominado Sistema Devocional. Foi nessa ocasião que recebi a Chama.
Passou um bom tempo até que, por intermédio da Lídia, comecei a conhecer melhor o agora MOINTIAN.
Frequentando o grupo, fiz as iniciações e encontrei os conhecimentos. Acabou minha angústia e entendi o que a preta velha quis dizer naquele tempo.
No MOINTIAN entendi a vida. Compreendi como fomos enganados e ainda somos. Compreendo hoje que se não fosse pelos ensinamentos do MOINTIAN, nunca teria encontrado o meu verdadeiro lugar.
Voltando aos meus antigos escritos:
Guardado há mais de trinta anos li o que havia escrito:
Eu, na minha imaginação, havia recebido uma área de terra como herança.
Era uma área pedregosa, com poucas possibilidades de plantio. Fiquei muito decepcionado, mas me conformei. Se esse é o meu destino, vamos transformá-lo. Comecei então a limpar o terreno, fazendo muros com as pedras e preparando-o para o plantio. Passo a passo, pedra por pedra, fui tirando do caminho todos os empecilhos e a área começou a se tornar cultivada. Passou-se um bom tempo e os frutos vieram e a satisfação de ter conseguido vencer as dificuldades me deu uma grande alegria. Na minha vida não foi tão diferente do que eu havia escrito há muito tempo.
A vida, no começo, foi cheia de pedras, mas aos poucos foram uma a uma sendo retiradas e aproveitadas.
Na busca por achar o meu destino, rodei por muitos locais, como rosacruz, mahikari, kardecista, umbandista, e muitos outros. Mas nunca perdi as esperanças.
Foi no encontro com o MOINTIAN que minha vida mudou. Reconheço que, no início, o meu entusiasmo não foi tão grande, mas com o tempo comecei a me encontrar. Comecei a entender o porquê de tudo, a compreender que vivemos uma ilusão.
Iniciei, então, o processo de reencontro comigo mesmo, achei meu lugar. Sumiram as angústias, as preocupações, e minha vida tomou um novo rumo. Com as iniciações, as leituras e as charlas, a minha vida tomou outro rumo, o rumo da compreensão e do encontro comigo mesmo.
Compreendi que a vida ilusória deve ser desligada, o passado não existe e um novo universo passa a existir em nossas vidas. Aprendi a ver minha família terrena com outros olhos e medir minhas palavras e ações, no dia-a-dia. Compreendo que tudo tem seu tempo e que, assim como o meu tempo chegou, o deles também chegará, pelo meu exemplo e pela minha conduta como pai e esposo.
Para mim, hoje, o MOINTIAN é a vida, a plena vida, a vida da vida, porque se nós não entendermos o que é viver nesta vida, de nada valerá tê-la vivido. Por isso, meu depoimento de que o MOINTIAN é e sempre será a minha vida.
O encontro com meu Eu Superior proporcionou o deslumbrar de uma nova existência, a qual agradeço a você, Jardim. Minha vida mudou; meu mundo mudou; minha existência mudou; meu futuro mudou. Porque hoje sei “quem sou”. E sei que faço parte deste grande projeto, o projeto de um novo universo terreno. Não tenho mais medos e compreendo, como nunca havia compreendido, a existência e a nossa presença aqui neste planeta. Hoje, sou outro.
Para encerrar este meu relato, meio desconexo, mas feito de coração, quero deixar um ditado que me veio um dia e, como você diz “escreva”, eu escrevi:
O universo é imenso como nossos pensamentos. Mude os pensamentos e mudará o teu universo.
Com agradecimento por ter nos achado dentro deste contexto global, um abraço, de coração com coração.
Ivan José Rossetti

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XX.
Depoimento experiências MOINTIAN
Ao receber a solicitação coletiva de escrever sobre as experiências em relação ao MOINTIAN, imediatamente senti que deveria fazê-lo. Rever a própria história, por insignificante que possa parecer diante de um universo, em grande parte desconhecido, vejo como peça fundamental no processo de crescimento. Afinal, revisitar acontecimentos na linha do tempo, do nosso próprio tempo, significa amadurecer a conexão interna, acelerar o passo na estrada de retorno para casa, de retorno a essência de si mesmo. E é nesse sentido, com simplicidade e coragem (sim, porque coragem também é preciso), que, ao abrir meu coração, inicio o relato sobre percepções e experiências, que cercearam a minha trajetória envolvendo desconstrução de crenças e o início de uma nova caminhada.
Meu percurso espiritual iniciou de forma desordenada. Com  sensibilidade infantil e despretensiosa, desde muito pequenina sentia que na minha frente existia um véu transparente que me separava de uma existência que eu queria descobrir. O tempo passou, cresci e vez ou outra pensava que o véu estava lá, me impedindo de ver o outro lado, o meu lado.
Apesar de muitas experiências anteriores, foi no ano de 2001 que iniciei um processo intenso de busca pela compreensão espiritual. Entre muitas tentativas, desenvolvia trabalhos mediúnicos em um Centro Espírita. Em 2003 conheci o Reiki Usui/Karuna e estudei os florais, em 2004 iniciei estudos na Ordem Rosa Cruz. Não lembro exatamente, mas  provavelmente em 2006, fui convidada para participar de uma palestra na Chama Trina Terapias.  Aceitei sem saber exatamente do que se tratava.  Esse foi o primeiro contato que tive com o Delci. Achei muito estranho um desenho rabiscado por ele num pequeno quadro branco, lembro que quase formava um triângulo... na verdade não entendi nada, mas estranhamente, me senti fascinada pela explicação. Apesar da não compreensão consciente, lá no fundo, sabia que aquilo era certo, era o que buscava.
 Nessa mesma noite, recebi a chama e ao retornar para casa tive tonturas. Naquele momento não fiz a relação, mas como a tontura também se manifestou nas iniciações seguintes, compreendi que aquela energia estava muito presente e me desestabilizou.
Depois de algum tempo do recebimento da Chama, o Jardim veio a Santa Maria novamente e aí tive uma experiência interessante.  Apesar de ser muito amiga de uma pessoa, tinha um sentimento estranho, não em relação a ela, mas também em relação a outras pessoas. É difícil explicar,  um sentimento entre desconfiança e raiva, que seguidamente me acompanhava, aparecia de repente e ia embora da mesma forma que chegou. Enfim, enquanto conversávamos, senti claramente esse sentimento ir embora, retirado do meu peito, como se uma ferida estivesse  cicatrizada. E percebi que essa energia tinha sido produzida pelo Jardim e meu primeiro pensamento foi “hum... ele usou os símbolos da chama e me ajudou”. Naquele momento, a percepção de ajuda externa foi o empurrão para o MOINTIAN. Hoje compreendo que o empurrão era a resposta ao movimento da minha própria busca.
Desse momento em diante passei a insistir muito com um grupo de colegas para irmos a Santiago. Eu estava decidida a realizar o Nível I do MOINTIAN. Fui no mês de maio (acho), sem saber como seria, mas com a certeza de que precisava envolver-me mais com a energia. No primeiro dia em que chegamos em Santiago fizemos a iniciação. Foi um momento especial pois no momento em que a iniciação começou  eu, conscientemente, abri meu coração, minha mente e meu ser, pedi fervorosamente para encontrar o meu caminho; disse para mim mesma que precisava descobrir o verdadeiro sentido da minha caminhada, e que para tanto, estava pronta para o que viesse... E o que veio não foi fácil!  Ao finalizar a iniciação eu não tive forças para levantar da cadeira, mas ainda escutei o Jardim falando que quando isso acontece é porque a energia foi fortemente absorvida.
Enfim, na sequência, minha vida desmoronou; tinha um consultório e os pacientes sumiram; fui obrigada a demitir a secretária. Além disso fiquei muito doente, fui a vários médicos e eles diziam que era uma doença autoimune e que não havia nada de errado com a minha saúde. Permanecia na cama, com analgésicos pois o meu corpo inteiro apresentava uma enorme irritação na pele, não conseguia dormir e não entendia o que estava acontecendo; inicialmente não associei nada disso com a iniciação. Finalmente, no mês de dezembro surgiu uma luz na área profissional, recebi um convite para um trabalho que mudou totalmente a minha vida. A partir daí, fechei definitivamente o consultório e iniciei um processo novo, com outras perspectivas, que trazem um colorido diferente na minha caminhada profissional. Na vida pessoal também houveram mudanças, sempre relacionadas a minha percepção em relação as pessoas, mundo, relacionamentos interpessoais, família, etc. Individualmente, as mudanças eram intrínsecas e se manifestavam  na (res)significação de conceitos, crenças, rompimentos, valores, percepções. Ou seja, profissionalmente a desconstrução era concreta. Pessoalmente, a demolição era interna e se manifestava tanto no âmbito consciente como inconscientemente  (isso mais tarde eu entendi). Em suma, a energia que derrubou também foi determinante na recuperação.
Talvez em função da experiência que descrevi acima, fiquei receosa e demorei muito para continuar; não sei quanto tempo, mas acredito que em torno de dois anos se passaram até o momento da segunda iniciação. Quando finalmente concretizei o nível II, também vivenciei manifestações físicas, passei a ter tonturas tipo labirintite.  Isso se estendeu por um tempo, até que esqueci e, quando me dei conta, percebi que não sentia mais as tonturas. Tampouco lembro o tempo que passou, mas percebi que estava pronta para ser iniciada no nível III.
Considero interessante comentar a trajetória das iniciações, porque em nenhum momento me comparei com o tempo de outras pessoas ou o que estava indicado no manual. O tempo eu sempre soube internamente, foi como um sinal que só eu poderia decifrá-lo, em determinado momento, a minha mente sabia que estava na hora.
Pois bem, o nível III foi outra experiência, muito intensa. Eu me questionava e agora, o que mais falta? Diferente dos outros dois níveis, nesse momento eu não sentia dores, apenas fraqueza e cansaço. Sem entender o que acontecia, continuei a minha caminhada, trabalhando, estudando e... dormindo! Sim, precisava dormir muito. Fui ao médico, pensei que tinha anemia. Nada disso. Um dia finalmente entendi, estava vivenciando um intenso movimento de ruptura que desviava   minhas forças/energias do cotidiano para desvincular-me do que não servia mais. Lembro do Delci ter dito que talvez eu estivesse sentindo que nadava muito e não saísse do lugar ou avançasse pouco. Para ilustrar, era como se eu estivesse num rio de lama, com os braços cansados e o corpo dormente. Mas eu avançava, avançava no meu ritmo e um dia, assim como o cansaço chegou, também foi embora.
O nível IV foi diferente, cheguei para uma reunião, o Delci me chamou de surpresa e fez a iniciação... somente depois soube do que se tratava. Daí em diante, tive uma mudança interna mais intensa, lembro de sonhos em que estudo em lugar muito especial.  Nos sonhos o Jardim está lá e eu estou  estudando, aprendendo não sei exatamente o quê, mas estou feliz, satisfeita comigo mesma. No sonho somos um grupo de pessoas e uma vez identifiquei uma pessoa aqui de Santa Maria; outra vez, encontrei no sonho alguém que conheci num grupo de estudos em Porto Alegre (incrivelmente a pessoa me presenteou com seu livro ainda não lançado). Não lembro dos sonhos, mas muitas vezes, quando adormeço rápida e profundamente, acordo com uma sensação especial, particularmente é como se meus olhos estivessem mais abertos e a percepção acelerada. Gosto quando tenho os sonhos, gosto quando me recordo. É como se aquele véu não existisse mais.
Considero ainda importante esclarecer que não sou uma pessoa muito dedicada aos estudos do MOINTIAN e lamento a minha negligência. Quando me dedico às meditações regulares (o que não é muito comum), tenho acessos interessantes, tenho experiências, mas na sequência, sou consumida pelos desafios diários... e me deixo levar pela corrente, algumas vezes bastante turbulenta, do cotidiano. Contudo, é interessante ressaltar que cada vez menos o tumulto diário me consome. Me afeta sim, mas não me consome como antigamente.
Atualmente sou outro ser, o MOINTIAN foi um divisor de águas na minha trajetória. A visão e a relação estabelecida com o mundo mudou, tudo mudou. Não há necessidade de outro caminho, porque entre idas e vindas, o único caminho é o que leva (ou será que traz?) de volta para casa. E é isso que faz o MOINTIAN. E por isso, sou extremamente grata!

Suzete

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XIX.
Conhecer o MOINTIAN para mim foi muito importante. Principalmente na época em que ele apareceu na minha vida. Nesta época eu estava saindo de um relacionamento, completamente sem perspectiva de crescimento pessoal e profissional, com 57 anos e cheia de medos e incertezas. O MOINTIAN foi um sopro de energia e força para dar o salto. O tratamento feito na época, com você, me deu coragem, me curou de dores e feridas muito profundas. Obrigada... Durante muito tempo aqui em São Paulo meditei religiosamente nas quartas-feiras e isto foi muito bom, depois o tempo foi passando, não pude evitar de trabalhar nesta hora e fui deixando este compromisso. Mas quero voltar. Estou muito feliz aqui, recuperei a minha vida, a minha profissão e o respeito. Estou conseguindo realizar os meus sonhos, em 2013 fui para a China e no mês passado fui para Paris. O mais importante, trabalho com o que gosto, sou fisioterapeuta. Obrigada Delci... Muito obrigada.
Maria Cristina

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XVIII.
Pertencia a uma fraternidade em que havia amigos que conheciam o codificador do método. Eles me falaram a respeito e realmente achei as ideias um tanto quanto mirabolantes, difícil de acreditar, inclusive a parte que tange o assunto carma zero, que para minha concepção era impossível. Rejeitei a ideia de conhecer o método e segui minha vida naturalmente.
Certa vez chegou até minhas mãos, como um presente, o livro branco, "Os Incríveis Seres de Dois Mundos", e o li, na verdade o devorei, em um dia e meio concluí a leitura, se não me falha a memória. No mesmo dia, este homem que me presenteou com o livro foi tomar um chimarrão onde eu morava, e não pude evitar a pergunta: “Será que tudo aquilo é verdade?”. Ele respondeu que sim e conversamos muito sobre o livro e a partir de então uma curiosidade e uma vontade de viver esse mundo me dominou; certa vez fomos a Santa Maria e tive a oportunidade de conhecer o codificador. Vi uma pessoa simples, com grande senso de humor, e uma energia contagiante que me fez muito bem.
O tempo passou e ganhei um manual o que aumentou mais ainda minha curiosidade, recebi a chama e no tempo até a iniciação do Nível I, tive sonhos diferentes, mas nada de muito incrível aconteceu. Após algum tempo fiz o Nível II, e comecei a ter determinadas certezas da minha vida, interessante é que comecei a observar o que faz uma pessoa realmente feliz, olhava para o ambiente sempre a procura de um bom ensinamento e sempre encontrava. Nessa época percebi que o cérebro é como um computador muito bom em que um sistema operacional muito arcaico está funcionando e evolução significa instalar um tipo de “software” mental que fosse mais avançado, até que chegaria um momento em que seríamos capazes de ter um controle absoluto da mente, enfim. Com o tempo fui morar um outra cidade, simplesmente por que meu ser inteiro precisava dessa nova experiência e nessa cidade fiz a iniciação do Nível III.
Durante esse tempo aconteceram coisas horríveis, perseguição, depressão, o mundo estava caindo sobre minha cabeça e inclusive tentei cometer suicídio umas três vezes, mas vi que era mais útil vivo, mesmo que minha vida não tivesse importância para mim, poderia usar ela para ser importante para os outros, e decidi estudar e viver da forma mais tranquila possível, dando um passo de cada vez, comecei a ver que a dispersão da nossa mente entre passado e futuro nos envenena muito e que isso só prejudica nossa saúde. Então, deixei de me entregar a devaneios ou pensamentos focados em tempos inexistentes, vi realmente que só o agora importa e o agora é infinito, assim como nós, vejo que o momento é infinito, nós somos eternos e tudo é questão de consciência, de percepção, somos gigantes presos num mundo em miniatura em que tudo funciona em câmera lenta, mas muito lenta mesmo e estamos cada vez mais entregue a essa estagnação.
Hoje, decidi escrever isso, por acreditar que descobri o sentido da vida, e confesso que é incrível por tamanha simplicidade, muitos dirão que já sabia, enfim, mas ver isso com profundidade, com amplitude é completamente diferente, enfim, eis o que “descobri”: A vida tem que ser vivida, sem excessos, mas também não precisa sempre de privações, não prejudicar o bem estar seu ou de outrem a curto ou a longo prazo, inclusive, até em pensamento, viver o exato momento com aceitação do que é agora e sempre em profunda atenção para descobrir quem realmente és.
Era muito ansioso por galgar níveis em tão sublime método, hoje estou no terceiro nível e não tenho pressa, somos eternos e muita coisa tem sim o seu momento certo.
Resumindo, estou muito satisfeito por ter tido contato com o MOINTIAN, aprendi muito, vi que não precisamos julgar, não precisamos fazer muita coisa, pois, independente do erro ou acerto, é tudo uma questão de tempo, e o pior crime ou a melhor ação é apenas um passo numa caminhada do sem começo até o sem fim.
Anônimo

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XVII.
Em 1999, em meio a muitas atribulações: a faculdade de direito, o trabalho nos correios, as responsabilidades da vida de casada e os cursos de Reiki, ministrados nos finais de semana em algumas cidades do interior do RS e, inclusive, na casa onde eu residia com meu então esposo, Antônio Carlos Izolan (companheiro especial que muito me ensinou e a quem dedico um carinho imenso) e dos quais eu participava ativamente na elaboração dos materiais para os cursos, na parte expositiva e na elaboração das refeições (vegetarianas), é que conheci um rapaz chamado Delci. Lembro bem da primeira impressão que tive dele: um rapaz simples e verdadeiro e, naquele momento, muito confuso.. dono de uma barbearia, que funcionava na casa da mãe dele.. uma pessoa aparentemente comum..  Alguns dias depois, estávamos recebendo-o na nossa casa, em Santiago.. junto com ele, recebíamos uma missão. Não nos demos conta logo de início da importância que teria. Parecia que nós é que estávamos ajudando ele.. ledo engano.. estávamos tendo o privilégio de acolhê-lo por um tempo. Tudo se desenvolveu como se nosso amigo estivesse no meio de um turbilhão que fervia de informações vivas. Chegavam sem que nem ele, nem nós tivéssemos condições plenas de entender ou avaliar. Apenas podíamos sentir.. energias, símbolos que de tão simples faziam lembrar Picasso: “... precisei uma vida inteira para aprender a desenhar como as crianças.” Estávamos tão acostumados aos complicados símbolos japoneses (do Reiki Usui), budistas e hinduístas (do Karuna Reiki).. que quando vimos os símbolos do então chamado Sistema Devocional, a mim ao menos, que tanto gosto da simplicidade dos “bonecos palito”, pareceram encantadores. Identifiquei-me de pronto e logo pintei um quadro com o desenho dos símbolos que estavam chegando, nas cores que nosso amigo especial percebia. O fato de eles virem pelas mãos de Mãe Maria (que tanto amo) foi um adicional, naquele momento, para que eu me sintonizasse com a energia. A seguir veio o Portal da Mestra Nada, que também virou um quadro e me acompanha até hoje. De repente, o nosso amigo Delci se apaixonou, mais uma surpresa, que esse menino-ancião nos preparava.. digo surpresa porque foi inesperado e digo menino-ancião porque, ao olhar de refilão, via um velho magrinho, de barba branca bem comprida e expressão muito suave,  tão fora das paixões mundanas.. hoje sei que não era uma paixão mundana, e sim, um amor puro e verdadeiro, um encontro de almas.. Tive o privilégio de estar entre os primeiros a receber a iniciação no Sistema canalizado pelo Delci, meu nome cósmico ainda soa forte em meus ouvidos, como na primeira vez que ouvi. De lá para cá, muitos percalços, me encontrei e me perdi.. e nem sei se estou hoje na fase ”me encontrei “ ou na “me perdi”.. sei é que nunca deixei de usar os símbolos que aprendi.. quase todos eles.. não uso os símbolos do nível de instrutor por não me sentir preparada. Acredito que tenho uma estrada longa até que possa crer estar à altura de usá-los. Depois que saí de Santiago, não participei mais fisicamente de grupos de meditação, ou de seminários ou de charlas.. mas nem uma noite sequer passou sem que eu mentalizasse algum ou vários símbolos em prol de minha saúde ou de outrem ou da paz e da harmonia entre os seres viventes. Entre tantas experiências que já tive com o uso dos símbolos e da energia, vou relatar uma.. em 2011, meu pai fez uma cirurgia para retirada de um dos pinos que havia em sua coluna (colocado alguns anos antes) e que, por ter se deslocado, estava pressionando a medula. Já faziam 15 dias da alta hospitalar e não parava de vazar líquido da medula (para reforçar o curativo, eu usava uma frauda geriátrica cortada ao meio e presa nas costas dele na tentativa de conter o líquido que molhava roupas e cama). O médico disse que teríamos de interná-lo para abrir o corte e cauterizar.. isso era tudo o que eu não queria.. estava sendo dolorosa demais a recuperação para submetê-lo a isso. Então, enquanto fazia o curativo, senti que tinha em minhas mãos o que precisava para resolver aquilo.. senti que havia energia fluindo ali.. pedi a meu pai que ficasse receptivo e fiz nele uma aplicação completa de energia, usando todos os símbolos do MOINTIAN e invocando a intercessão de Jesus e dos Mestres de Luz. Fui puxando os pontos, com meus dedos polegar, indicador e médio unidos, como se estivesse costurando com um lindo e forte fio dourado. Fechei o corte e senti instantaneamente a certeza de que o problema tinha sido resolvido.. Falei para meu pai que ficasse tranquilo, pois nenhuma gota de líquido sairia mais dali. Ele, ainda incrédulo, me fez colocar o curativo grosso, mas, como eu havia intuído, ao remover o curativo no dia seguinte, vi que estava completamente seco. Não que eu precisasse de uma confirmação ou algo parecido. Nunca duvidei da energia nem de sua fonte. Sei que estou no caminho certo. Sinto-me forte, alegre, agradecida. Apesar de viver neste mundo atribulado, consigo encontrar a paz e a alegria dentro de mim. Penso que minhas noites são bem mais proveitosas que meus dias e que não as passo adormecida, como meu corpo físico. Penso que uma vida linda vibra em todas as células do meu ser.. estou pronta para uma vida nova, e estou receptiva ao aprendizado! E assim vamos.. 16 anos já.. parece que foi ontem.. Obrigada, amigo Delci, por nos conceder o privilégio de sua companhia e por ter a humildade e a paciência para caminhar conosco. Grande abraço!
Ivani.


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XVI.
MINHA EXPERIÊNCIA COM O MOINTIAN
1. O INÍCIO
Tive o privilégio de conhecer o Delci Jardim da Trindade numa data muito especial, em Uruguaiana, RS. Foi no dia 31 de julho de 1999. Naquela época, eu exercia uma função de conselheiro de uma fraternidade mística tradicional a qual ambos pertencíamos. Estava acontecendo naquela cidade uma assembleia geral de fundação de um organismo afiliado dessa organização  e minha presença era exigida naquela ocasião. Ele tinha se deslocado de Alegrete, sua terra natal, para prestigiar esse evento especial, pois havia a necessidade de um quorum mínimo. Foi-me apresentado pelo nosso saudoso amigo Gentil Francisco Carlesso Neto, que também residia em Alegrete e participava do evento em questão.
Alguns dias antes, o Gentil tinha me telefonado e informando que estaria acompanhado de um amigo que desejava muito falar comigo. Portanto, foi um encontro mais ou menos combinado. Naquela época, eu também realizava seminários de Reiki e Karuna Reiki, viajando por diversas cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Foi-me dito que era sobre este assunto que o Delci desejava conversar comigo. Nesse encontro, não foi possível nos aprofundarmos no assunto, mas ficou combinado que conversaríamos em outra ocasião, tendo ele, inclusive, se disposto a viajar a Santiago, RS, minha cidade de origem.
A partir dessa data, surgiu entre nós uma amizade muito especial. Uma relação de amizade e companheirismo muito difícil de encontrar. Em certos momentos, eu o considerava como um amigo, um irmão, um filho. Em outros, como um pai, pela sabedoria que, a partir de certo momento, ele passou a manifestar. Hoje, eu o considero como um grande amigo e um grande Mestre. Se não enxerguei antes, foi pela minha cegueira espiritual e pelo grande manto de humildade que ele carrega consigo. A humildade das grandes almas.

2. OS ENCONTROS
A partir de então, passamos a nos comunicar através do telefone e também pessoalmente, pois, conforme prometido, em várias oportunidades viajou até Santiago onde tivemos belos momentos de troca de informações. Falo em troca, porque ele há pouco tempo tinha recebido suas iniciações e, penso eu, ainda não estava preparado para entender as informações que lhe chegavam sob forma de inspiração. Mostrava e perguntava-me dos símbolos que recebia, na esperança que eu soubesse alguma coisa sobre eles. Chegou a  confidenciar, em certa ocasião, que achava que estava ficando doido, pois não entendia nada do que se passava com ele e não sabia o significado dos símbolos. Eram símbolos e informações truncadas. Infelizmente, eu não podia ajudá-lo, na medida em que aqueles símbolos eram totalmente desconhecidos para mim, não tinham semelhança alguma com os do Reiki e do Karuna Reiki que eu conhecia. Conversei com colegas, iniciados em outros tipos de Reiki, na esperança de ajudá-lo, mas foi em vão. Disse-lhe a única coisa que podia: que continuasse recebendo e anotando as informações que, mais cedo ou mais tarde, receberia as respostas. Ele se sentia inseguro e confuso, e eu, impotente, pois não tinha condições de ajudá-lo.
O tempo foi passando, enquanto nossa amizade se solidificava cada vez mais. Em várias ocasiões fui visitá-lo em Alegrete, onde conheci sua mãe, irmãos e sobrinhos. Lembro, muito carinhosamente e com saudades, da sua mãe, dona Irene, já falecida, que me recebia de braços abertos, me oferecendo um cafezinho com uma saborosa bolacha que só existe em Alegrete. Em nossas conversas, o Delci sempre se refere a sua família terrena com muito carinho e relata que eles percebiam que ele era diferente, mas o tratavam com normalidade e discrição. A respeito deste assunto, farei um relato mais detalhado numa outra oportunidade, quando apresentar o resultado de um trabalho que me foi solicitado pelo próprio Delci.
Num certo momento, em conversa íntima, ele manifestou a vontade de sair do Alegrete, uma vez que percebia que lá não havia as condições mínimas para desenvolver o trabalho que estava se descortinando. Nessa altura dos acontecimentos, ele já percebia, com mais clareza, a sua missão e as dificuldades que enfrentaria. Perguntei-lhe o destino que planejava e me respondeu que não sabia ainda, pois tudo era muito recente. Aproveitando a oportunidade, e manifestando um pouco de egoísmo de minha parte, convidei-o para mudar-se para Santiago e se acomodar, por alguns tempos, na minha residência, onde havia um quarto disponível. Ele ficou de pensar e o assunto parou por aí. Embora eu estivesse muito interessado na sua vinda para Santiago, não insisti, porque achei que precisaria de um certo tempo para tomar essa decisão. Depois de algumas semanas, ele aceitou meu convite. Mal sabia ele que já estava tudo preparado para recebê-lo, pois a torcida era grande para que aceitasse a oferta. Minha ex-esposa, Ivani Soares, também teve uma participação importante no processo. Personalidade sensível e inteligente percebeu a grandeza da obra do Delci e não colocou obstáculos à sua vinda. E assim foi feito. Num certo dia ele apareceu de mala e cuia e com um caderno de anotações embaixo do braço, do qual, terei a oportunidade de falar. Isto aconteceu em abril de 2002.
Quando referi ao meu egoísmo, era até compreensível esse sentimento porque desejava continuar usufruindo, com uma certa exclusividade, da sua amizade e dos inéditos ensinamentos que ele estava manifestando. Caso ele fosse para um local mais distante, tudo ficaria mais difícil para mim. Nessas alturas dos acontecimentos, eu já estava perfeitamente inteirado do seu trabalho e com uma certa ideia da grandeza da sua missão. Mas nem tudo foi interesse egoístico, pois, estando ele aqui em Santiago, eu teria mais condições de ajudá-lo na divulgação do seu trabalho, apresentando-o aos meus amigos, colegas de fraternidade e alunos do Reiki e Karuna Reiki. Penso que, de certa forma, dei a minha humilde contribuição para que ele pudesse dar início a sua grandiosa missão.

3. EM SANTIAGO
Aqui em Santiago, aos poucos, ele foi se entrosando e fazendo muitas amizades. Contribuíram para isso os seminários de Reiki e Karuna Reiki que eu ministrava na garagem da minha residência. Era a oportunidade que tinha para apresentá-lo aos meus alunos e direcioná-los para o MOINTIAN. Já naquela época eu intuía que a minha missão era essa: abrir caminhos para ele. Quando conclui que esta tarefa havia sido cumprida, fui saindo de cena, paulatinamente. Ou seja, abandonei meus seminários de Reiki e Karuna Reiki porque percebi que outra mensagem maravilhosa estava sendo apresentada por um ser muito especial e, portanto, eu não poderia e nem deveria atrapalhar ou confundir seus futuros alunos. O meu limite tinha chegado.
O Delci me visitou, pela primeira vez, em fevereiro de 2000. Durante os meus seminários, ele observava, sentado no fundo da sala, de forma comportada e silenciosa, sem elaborar qualquer questionamento ou emitir palpites. Apenas assistia. Hoje, eu entendo e admiro sua postura.  Depois de certo tempo, e devido ao interesse que ele despertou nos meus alunos, passou a realizar, em minha residência, seus próprios seminários com o MOINTIAN. Foi num desses que ele reencontrou sua antiga companheira, a Marta Abreu. Digo reencontrou, porque era um amor de outras encarnações. Já estava pronto. Só faltava o reencontro. Ela foi (e é) o elo que faltava nessa engrenagem montada pela Hierarquia Cósmica. A partir de então, passou a usufruir do carinho, da amizade e do companheirismo desse ser também muito especial, que se tornou a confidente com a qual ele poderia compartilhar suas alegrias, tristeza e decepções. Ela passou a ser o seu esteio, a sua âncora e o seu escudo neste plano físico. Uma pessoa descente, discreta, observadora, inteligente e sensível. Tudo o que ele precisava para ajudá-lo nesta árdua caminhada. Foi a pessoa certa, que surgiu no momento certo. Às vezes, penso que sem ela, o Delci teria muito mais dificuldades em cumprir sua missão. Quem a conhece mais profundamente, sabe muito bem disso.

4. O MOINTIAN E AS OUTRAS TERAPIAS ENERGÉTICAS
Gostaria de deixar bem claro que abandonei minhas práticas com o Reiki e o Karuna Reiki também por não mais me sentir harmonizado com essas frequências energéticas. Isto não significa que elas não funcionavam, mas que eu já estava vibrando numa outra frequência bem mais elevada e pura. A partir do momento em que passei a conhecer o MOINTIAN, em meus seminários, fui muito sincero e leal com os meus alunos. Eu os informava que estava sendo trazido para este plano um novo método de utilização de energia, bem mais potente e atual. Muitos deles se tornaram praticantes do MOINTIAN, enquanto outros continuaram com o Reiki e o Karuna Reiki.
O MONTIAN, para mim, é uma energia muito mais atual, potente, intensa, leve, penetrante e simples. Seus símbolos são muito mais fáceis de memorizar e traçar e não estão vinculados a antigas tradições. A energia é pura e inteligente e podemos até dizer: moderna. Ela vibra de acordo com a energia dos novos tempos. Foi preparada para o nosso tempo atual.
Mas o mais fantástico, é que o idealizador dessa técnica está aqui, conosco, disponível e pronto para nos orientar nessa caminhada. É um privilégio usufruirmos da sua disponibilidade e do seu imenso amor. E a internet facilita muito nossa conexão com ele. Pelo menos enquanto não tivermos condições de usar a "internet cósmica".

5. VIVENCIAS MARCANTES COM A ENERGIA DO MOINTIAN
Antes de relatar as minhas vivencias com o MOINTIAN, vou falar um pouco sobre as minhas fraquezas. Fui uma das testemunhas privilegiadas que, de uma forma ou de outra, esteve presente nos momentos mais marcantes da chegada dessa energia. Também fui um dos primeiros a receber as suas iniciações. Foram incontáveis as oportunidades que tive de conversar com o Delci e sanar minhas dúvidas. Acho até que, em certos momentos, fui um chato e quem sabe, até mesmo, inconveniente em algumas oportunidades. Eu queria aprender e entender essa técnica maravilhosa e ao mesmo tempo usufruir um pouco da sabedoria que, a partir de um certo momento, ele passou a manifestar. Aprendi muito. Mas não o suficiente. Faltou algo mais e que só dependia de mim: a prática regular  e constante. Este foi o meu maior erro e por isso, fiquei para trás. Perdi o bonde, como se diz na gíria. Passei um  tempo usando o MOINTIAN esporadicamente e,  mesmo assim, como terapia, não como uma senda de transmutação interior e ascensão. Além disso, perdi um tempo precioso com trabalhos e leituras que não levavam a nada e misturando energias conflitantes. Mas ainda bem que acordei a tempo e deixei para trás as delongas...
O que me ajudou muito a acordar foram os contatos que passei a manter com pessoas que se dedicaram de corpo e alma a técnica do MOINTIAN e, com isso, obtiveram resultados maravilhosos, muitos deles transcendendo o plano da matéria. Receberam os frutos merecidos de seus esforços e da dedicação à técnica. Também foram importantes para mim os puxões de orelha que o próprio Delci me deu e que doeram até na alma. Ele é terrível quando se propõe a mexer com os brios de um vivente. Minha atual companheira, a Sandra, também foi importante nesse processo. Tudo isso foi muito bom. Acordei da minha letargia.
Uma vivencia muito interessante que tive com essa energia foi durante um feriado, em novembro de 2004. Naquela época, estava passando por um período de depressão motivada por uma separação recente. Meu filho, que residia comigo, foi passar o feriado com sua mãe e eu, então, fiquei sozinho em casa, administrando a solidão. Era um feriadão, e antevia que seria triste, sem saber o que fazer, uma vez que não estava interessado em viajar ou visitar meus parentes que residiam em Santa Maria. Preferi ficar em casa, descansando.
No primeiro dia do feriado,- lembro como se fosse hoje -, acordei cedo, como costumeiramente, por volta das sete horas. Então, comecei a pensar no que fazer para evitar que o tempo se arrastasse mais do  que deveria. O dia estava ensolarado com temperatura agradável. Uma excelente oportunidade para sair de casa, contatar pessoas, ou até mesmo viajar. Como eu não estava interessado em sair e nem curtir o dia ensolarado, resolvi procurar algo agradável para fazer. Acabei decidindo reler as apostilas do Sistema Devocional.
Naquela época, era assim que era conhecido o MOINTIAN. Mas o conteúdo e os símbolos eram os mesmos. Resolvi, então, estudar os três níveis. A medida que  estudava, praticava, traçando os símbolos e procurando sentir a energia de cada um deles. Mergulhei fundo nos estudos e na prática, e o tempo foi passando de tal forma que, quando me dei conta, eram dezoito horas e não havia almoçado e tomado o café da tarde, como costumava fazer. Não senti fome nem sede. E o mais importante: estava extremamente feliz, sentindo uma alegria interior inexplicável. De repente, percebi que a casa estava muito aconchegante e protegida e suas dependências estavam todas energizadas, harmonizadas e muito leves. Posso dizer que, apesar de não ter colocado o nariz fora de casa, aquele foi um dos dias mais felizes da minha vida. Senti uma alegria interior indescritível, muito difícil de expressar. A partir daí é que entendi a afirmação do Delci de que os símbolos são "vivos" e que o simples fato de manipularmos o Manual do Mointian, já estaremos sendo trabalhados energeticamente.
Uma outra experiência muito interessante ocorreu naquele mesmo ano. Desta vez na residência do Delci, na rua Getúlio Vargas, em Santiago. Naquela época, ele já usufruía do seu espaço particular, onde trabalhava incansavelmente na elaboração do atual Manual do Mointian. Paralelamente, ele usava o seu espaço para meditações em grupo e aplicações nas pessoas que o procuravam em busca de ajuda e conforto. Também era o lugar onde ele recebia os amigos para conversar sobre assuntos ligados à espiritualidade. Não é preciso dizer quem era um dos assíduos frequentadores daquele espaço aconchegante, que lá surgia, muitas vezes, até nas horas mais impróprias. Como dizia minha saudosa mãe: um chato-de-galochas.
Certo dia, percebendo que eu não estava bem, me chamou e ofereceu uma série de três aplicações, se não me engano. Aceitei prontamente, como sempre. Então, ele deu início a primeira delas. Normalmente, suas aplicações eram feitas numa maca, especialmente confeccionada para esse fim, mas desta vez ele inovou e solicitou que eu me sentasse numa almofada e procurasse ficar bem confortável. Pediu que ficasse de frente para ele, que estava numa almofada, na posição de lótus, como era seu costume. Não lembro se foi na segunda ou terceira aplicação que percebi esse estranho fenômeno. Parece-me que foi na segunda. As aplicações duravam em torno de trinta minutos. Não é necessário dizer que, em todas elas, eu saía muito bem: calmo, harmonizado e feliz. Integrado com a energia. Nesse dia especial, tudo ocorreu como na vez anterior: energia, relaxamento, harmonização, entrada no estado intermediário, meditação. O interessante foi o que aconteceu no final dessa aplicação. Quando saí do estado meditativo, e antes de abrir os olhos, percebi no recinto um som característico de um grande ventilador de teto. Continuei nessa situação e fiquei concentrado nesse som, até que chegou um momento em que me dei conta que não havia ventilador nenhum na sala. Então, abri os olhos e confirmei que nada havia.  E o som continuou, mesmo estando com os olhos abertos, assim permanecendo por, mais ou menos, uns dez minutos. Ao perguntar ao Delci se era o símbolo da transmutação que estava se manifestando, confirmou que sim, acrescentando que ele se manifesta de forma diferente para cada pessoa. No meu caso, foi na forma de um som característico de um ventilador de teto. Atualmente, quando medito com este poderoso símbolo, faço questão de visualizá-lo procurando mentalizar essa forma particular de manifestação.
Uma terceira experiência muito marcante ocorreu em 2014, mais precisamente no dia 10 de outubro. Ao deitar, fiz o EBM (exercício básico de meditação) e percebi todo o corpo pulsar. Como comecei a sentir dores nas costas, resolvi continuar com o exercício de respiração e ativação da consciência deitado de lado. Senti que estava próximo do EIC (estado intermediário de consciência), mas adormeci logo, pois estava cansado.
Mais tarde, "acordei" e senti que estava sentado numa cadeira inclinada e bem confortável. Parecia as tradicionais cadeiras de dentista, só que bem mais confortável. Não tive vontade de abrir os olhos, mas sim, de sentir o ambiente.  Percebi que atrás de mim haviam seres que manipulavam aparelhos e emitiam alguns sons suaves. Eram criaturas humanoides magras e com estatura física bem maior do que a média dos humanos. É como se estivessem digitando o teclado de um aparelho desconhecido. A cada som que emitiam, eu sentia o reflexo no meu corpo, particularmente no topo da minha cabeça. Eu estava sendo "trabalhado" juntamente com outra pessoa que estava deitada ao meu lado, numa outra cadeira. Existiam outras cadeiras além dessas duas, mas todas estavam vazias.
Não senti medo em momento algum, mas sim, tranquilidade e um sentimento de total entrega. Eu confiava nos seres que ali estavam, embora não soubesse quem eles eram e nem de onde eles vinham. Eles não falavam entre si e nem comigo, ficavam o tempo todo concentrados nas suas respectivas tarefas. Abri os olhos e vi que a sala era muito bem iluminada e possuía moveis e equipamentos, todos eles arredondados. Não havia nada com arestas, cantos, pontas, etc. A sala me dava a impressão de também ser arredondada. Tudo era harmonioso, muito limpo e num tom cinza ou azul claro. Minha percepção do ambiente ficou prejudicada porque eu não podia mover a minha cabeça devido aos equipamentos que me conectavam com o aparelho desconhecido. Olhei com o canto dos olhos e vi que uma outra pessoa estava sendo submetida ao mesmo procedimento. Deitada na cadeira no meu lado direito e sob os cuidados de outro ser. Prestei mais atenção e percebi que era a minha atual companheira, a Sandra. Ao acordar, perguntei a ela, que dormia ao meu lado, se tinha tido alguma vivencia especial durante a noite, respondeu que não lembrava.
Atualmente, estou bem conectado com a energia do MOINTIAN. Faço aplicações diárias, seguindo uma sequência particular de exercícios sugerida pelo Delci. Ele está me auxiliando a combater uma doença grave contra a qual estou lutando há algum tempo. Estou me sentindo muito bem em todos os aspectos e otimista quanto ao resultado final da minha luta. As aplicações me mantém saudável, energizado, harmonizado e feliz. Percebo que estou mais receptivo e sensível e a intuição está cada vez mais intensa. Sinto que estou neste mundo sem ser deste mundo.
Meu desejo é atingir o nível das águias que voam grandes alturas, perscrutando e aprendendo com tudo o que vêm ao seu redor, mas tenho a consciência que ainda estou lutando no nível dos patos gordos. Mas vou chegar lá.
Bem, acho que devo parar por aqui. O texto já está longo e eu terei, no futuro, outra oportunidade de transmitir informações muito interessantes sobre a vida e a obra do nosso querido Delci. Contarei com mais detalhes a história da sua família, sua infância em Alegrete e outras coisas mais. Também vou compartilhar com vocês os momentos alegres que vivenciamos juntos, como também, as bobagens que fiz durante esse período. Algumas até hilariantes.  Espero que este texto sirva para motivá-los ainda mais na prática do MOINTIAN, assim como os relatos dos amigos que me precederam. Um grande abraço a todos.
Antônio Carlos Izolan – 14/06/2015

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XV.
OUTROS RELATOS
Com as práticas diárias das Técnicas do Mointian, aos poucos, houve uma integração , conexão com meu interno e comecei a entender, captar e escrever, não mais com minha personalidade, ego ou mental, mas com o Eu interno e, a partir dai, fluiu o entendimento   de tudo o que até aqui foi estudado e experienciado. Surgiu a compreensão do que realmente me tocava, as sensações, as vivências, os contatos, enfim a conexão comigo mesma, a integração mais real e profunda.

SOBRE FÉ E CORAGEM
Certa ocasião, conversando com o Delci ele me disse: Mointian é para os fortes. Eu concordo, pois só os fortes e corajosos são capazes de tomar a decisão de viver a sua verdade.
 Utilizando o método e praticando as técnicas diárias, ocorrem transformações e rupturas de ordem pessoal, social, amizades, vícios, trabalho, relacionamentos e outros tantos. Contudo, as vivências verdadeiras e que ainda são importantes para o nosso crescimento e evolução permanecem. Tudo aquilo que não serve mais, diante do novo padrão conquistado e da conexão com o interno, vão ficando para trás, é a energia atuando.
Vamos tendo um olhar mais crítico e aguçado sobre tudo, o que nos serve e o que não nos serva mais.  Neste ponto, temos de ter o cuidado de viver aqui, não sendo daqui. Temos de suportar as coisas do mundo com fé, determinação, devoção, alegria e viver aqui na terceira dimensão (3D)  de acordo com nossas verdades internas.  Então, o MOINTIAM é para os fortes, para aqueles que têm coragem de escolher comandar a sua vida e serem livres de tudo o que os aprisiona, traz dor e sofrimento.
Quando tomamos coragem e decidimos transformar nossas vidas e conectarmo-nos com a parte divina- o nosso eu interior-, aos poucos vamos fazendo uma faxina, despoluindo o nosso interno, deletando o que não é mais necessário para o crescimento evolutivo, vamos arrumando a casa, trazendo luz e alegria para a nossa vida e como consequência irradiando amor e luz. Dessa forma, a vida flui, fica leve e com coragem continuamos a caminhada terrena, as vezes, como o rio que tem que contornar a pedra para poder seguir seu percurso, mas prosseguimos com muita CORAGEM e FÉ.
Tenha fé, mas muito mais coragem de assumir o que tu és, com quem e com o que desejas te conectar.  Não manipula a energia para adquirir benesses materiais, vida fácil e confortável. Utiliza a energia com fé e coragem para teu crescimento e aprimoramento pessoal para, depois de testada e incorporada a ti, possas utilizá-la em outras pessoas como forma terapêutica, a fim de ajudá-las. Não força nada, oferece a energia e aplica de forma livre.
Tenha fé, toma coragem e decide tomar as rédeas das tuas existências, te conecta com a parcela divina que habita teu ser.
Que a Hierarquia do Mointian, seus Mentores e Seres de Luz estejam ao nosso lado.
Sandra Sagrilo Rodrigues -13/02/2015

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XIV.
Num belo dia de Domingo à tarde, estivemos reunidos e conversando no pátio do meu sogro, com vários parentes e familiares, as crianças brincando no pátio alegremente.
No entanto uma das crianças "a sobrinha" se separou e veio a sentar próximo onde estávamos, cabisbaixa, e lá ficou por um bom tempo. Meu sogro percebeu que uma diferença, pois ela não é de se separar, é bem esperta e divertida. Foi neste momento que o sogro a interrogou: o que está acontecendo contigo? A criança respondeu que estaria com muita dor de cabeça. Assim ficou, passou-se um bom tempo e ninguém fez nada.
Não hesitei, fui até ela e perguntei se aceitaria que aplicasse uma energia, para acalmar ou então curar esta dor de cabeça. Foi mais que depressa, falou que sim.
Concentrei-me e imaginei os Símbolos necessários para o caso.
Apliquei ali mesmo, na cabeça em todas as posições que me veio na mente e me afastei ninguém falou nada. Os familiares são muito religiosos, Católicos, e não admitem outra coisa que não seja a crença deles. Para eles, tudo é Magia Negra menos a religião deles.
Não demorou muito a criança levantou-se e saiu correndo a brincar novamente. Mais que depressa o sogro falou: viu que ela foi brincar? Possivelmente está bem!
Anônimo

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XIII.
RELATO
Quando recebi a Chama, do próprio Delci, ainda quando ele morava em Santiago, na casa de tijolos à vista, situada na Av. Getúlio Vargas, ele me perguntou no final do procedimento o eu que senti, e lhe respondi: - Estou de volta para casa.
Ele me deu um abraço, comparável ao de uma mãe que abraça o filho depois de uma longa jornada e naquele abraço senti paz, esperança, alegria, amor.
Hoje, passados alguns anos de prática com as Técnicas do MOINTIAN, tenho a certeza absoluta que encontrei a minha morada, a minha família. Sim, pois sempre me achei deslocada, tanto em minha família terrena quanto aqui neste plano e esta visão foi através do MOINTIAN que eu adquiri. Então, apesar de não ter consciência de quem eu sou - minha essência - tento a cada dia ser melhor aqui neste plano, não deixando as coisas do mundo dominarem meu ser, isso não é fácil, mas as Técnicas do MOINTIAN me conduzem para um nível mais elevado de interação comigo mesma.
Então o MOINTIAN é um método que nos conduz ao despertar da essência divida que habita cada um de nós e possibilita a saída do campo de dominação e a volta a nossa morada - família de essência.
Agradeço a este ser especial – o Jardim - meu amigo, meu irmão, meu instrutor e meu Mestre pelo amor incondicional dedicado a cada um de nós Montianianos.
A leitura da mensagem que o MOINTIAN trás é de amor, esperança e alegria de podermos viver o agora , estarmos aqui, mas termos a certeza que não somos daqui.

MOINTIAN COMO TERAPÊUTICA
Cabe ressaltar que realizei em mim o procedimento para pessoas com menorragia com sucesso.
Quando um a pessoa bem próxima a mim estava numa crise de depressão e alucinação e não aceitava o tratamento convencional, bem como precisava ser internada. Seguindo instruções do Delci, apliquei energia - sequência especial e Geometria da Essência - por dois dias seguidos. No terceiro dia essa pessoa me chamou e pediu para ser internada e fazer o tratamento. Quando no Hospital continuei aplicando energia e quando eu terminava ela dizia que “se sentia livianhinha” e em seguida adormecia. Enquanto estava realizando o tratamento, ainda, por alguns dias aceitou a aplicação da energia. Hoje está com a depressão controlada e não tem mais crises de alucinações. Ainda envio energia a distância uma ou duas vezes na semana e nas quarta-feitas.

DOS GRUPOS
Os grupos foram uma experiência importante e de muito amadurecimento e com a dissolução dos mesmos ficou a certeza que o MOINTIANN é um método livre e como tal não pode permanecer engessado numa “Associação”. Também foi, para mim, um marco, porque laços de convivência, amizade e práticas foram desfeitos e os verdadeiros permanecem.

AUTO INICIAÇÕES
Penso que fui uma das primeiras alunas a realizar a auto-iniciação. Fiz as do Nível I e do Nível IV, as do s Níveis II e III realizei em grupo, Seminário ministrado pelo Delci Jardim. Então tenho a dizer que as auto-iniciações funcionam e tem os mesmos efeitos práticos, porque há o envolvimento efetivo do aluno. Por exemplo, quando realizei a auto iniciação do Nível I, estudei todo o Nível I, estudei a Técnica para auto-iniciação e durante 30 dias atentei para hábitos como alimentação, vida pessoal e as técnicas diárias descritas para realizar as auto-iniciações. Foram momentos únicos e até hoje ao lembrar parece que recebo as dádivas daquele dia. Fui agraciada ou tive o privilégio de estar com seres de elevada luz. Em uma das auto-iniciações fui visitada por um ser de tamanha luz que se tivesse que definir o AMOR diria que ele é a tradução do amor em forma de luz.

RELATO DA AUTO-INICIAÇÃO DO NÍVEL IV
Na hora designada entrei na sala e como preparação pessoal entoei o Mantra IOM; invoquei Mica; pedia a proteção dos Seres de Luz...e realizei a Técnica Elevando a Vibração. Permaneci receptiva até chegar a hora que havíamos combinado. Exatamente às 9 horas comecei o procedimento. Enquanto realizava o procedimento permaneci mentalizando o meu nome Cósmico e o primeiro Mantra deste Nível. Percebi que a sala ficou com vários Seres muito especiais e em dado momento senti a presença de um Ser de elevada grandeza, de uma energia sem igual. Foi um momento de muita paz, harmonia, integração, acolhimento. Senti a presença de Seres muito especiais. A energia e a proteção foram imensas que a sala onde estava e a casa foram tomadas por esta energia. Passei o dia muito leve, o coração tranquilo, como há muitos meses não sentia. Uma alegria interior imensa, um encontro com energias e Seres especiais.
Muito obrigado Delci pela tua paciência nestes anos todos. Obrigado pela amizade. Pelo carinho e atenção. És um Ser que não acho palavras para descrever tamanho AMOR que tens por Seres tão pequenos como eu. Minha gratidão eterna pelos teus ensinamentos. Pelas horas dedicadas a tornar este planeta melhor e por me resgatar e me dar a oportunidade de me tornar um Ser um pouco melhor. Muito obrigado.
Que a hierarquia do MOINTIAN e o meu eu interior me deem forças para continuar a trilhar o caminho da luz.
“Fé e coragem são as grandes transformadoras, as chaves alquímicas   para as transformações. Acreditar nisso, é acreditar que todos somos Deuses e, portanto, que tudo em nós é LUZ, AMOR, CURA.” - Pág.192 Manual do MOINTIAN.
Sandra - 07/06/2015

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XII.
Certa vez eu estava próximo da minha casa onde avistei uma nuvem preta, parecia uma cortina, a uma distância de aproximadamente 7 a 8 m. Inesperadamente surgiu um vulto através na mesma, que vinha em minha direção, como se quisesse me dominar.
Vi que se tratava de um monstro ou um mago, com uma capa preta, narigudo, careca.
Como no MOINTIAN se aprende diversas técnicas para a defesa própria, saúde, limpeza, etc., puxei do meu recurso para me defender daquele terrível ataque.
Ao mesmo tempo escutava uma voz por detrás de mim falando que fosse para cima daquela monstro que eu venceria, certamente foi o meu EU SUPERIOR.
Joguei-me por cima dele com toda energia e força que tive no momento, apontando a minha mão direita com todos os dedos na direção do Mago e me concentrei, desferindo o jato de energia sobre o atacante e o monstro se deteriorou, sobrando somente uns fragmentos que voavam por cima de uma cerca que havia na parte de cima e a nuvem se desfez.
Anônimo

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XI.
Tive o primeiro contato com o MOINTIAN em 2012, através de um site que hoje não existe mais. Este site tratava de assuntos espiritualistas diversos, e também disponibilizava vários links de sites e blogs com conteúdo similar. Acessei os links com conteúdo do MOINTIAN e então comecei a beber nessa fonte e aprender muito.
Me auto-iniciei no nível I em janeiro de 2013, seguindo passo-a-passo o que está descrito no manual. Em outubro do mesmo ano me auto-iniciei no nível II. 
A energia nas autos-iniciações foi muito intensa. Como o Jardim disse, se seguirmos os procedimentos para auto-iniciação com sintonia interna e entrega a energia que necessitamos é desperta.
Faço as auto-aplicações diariamente, impossível agora é viver sem.
A prática das técnicas do MOINTIAN me trouxe equilíbrio, paz e força para fazer as transformações necessárias  na minha vida. 
Estarei em breve me auto-iniciando no nível III e assim prosseguindo.
Estou gostando muito de ler os relatos de cada um que teve contato com a energia do MOINTIAN.
Agradeço ao Jardim por todo apoio.
Paz à todos!
Roberto Santos

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X.
Conhecendo o MOINTIAN
1. Início e Fim de uma Etapa – Tentativa nº 1 – Através das “Energias Holísticas”
Conheci o MOINTIAN quando ainda chamava-se Sistema Devocional. Eu e meu esposo tínhamos montado um Sistema de Parcerias Autônomas (SPA) Urbano aqui em Santiago-RS. O projeto inicial era fazer um espaço holístico, no qual as pessoas teriam a disposição várias terapias para tratar o corpo, a mente e o espírito. Convidei várias profissionais que trabalhavam com tratamentos convencionais (psicóloga, nutricionista, massagista, esteticista), alternativos (Cromoterapia, Terapia com Cristais, Reiki, Tarô dos Anjos, Yoga, Dança do Ventre) e eu uma loja de produtos light e diet. A ideia era partilharmos espaço, serviços "complementares para que as pessoas, num mesmo local, encontrassem o restabelecimento de sua saúde espiritual, emocional e física. Ou seja, a ALEGRIA consigo mesmas e com a vida. (Talvez um princípio bem primário de intenção de sintonia/realinhamento com a estrutura interna de cada um...). Fui procurada pelo Izolan que tinha um amigo vindo de Alegrete-RS e que fazia aplicação da Energia do Sistema Devocional para ver se havia espaço para ele trabalhar no SPA também.  (Eu conheci o Izolan quando fui sintonizada no reiki por ele, mas não senti que era por ali meu caminho e nunca consegui praticar. Eu já havia sido "aprisionada" por uma outra filosofia de "cura através das mãos" que percebi também não ser meu caminho e me afastei. Sempre fui uma BUSCADORA, mas não sabia o que exatamente eu buscava... só sentia aquela inquietação na alma e a sensação FORTE de NÃO PERTENCER A ESTE LUGAR AQUI NA TERRA! Não assim como se apresentava...). Quando o Izolan tentou me explicar o que era o Sistema Devocional, sem ele próprio conseguir, na época, atingir a profundidade e extensão do que se tratava ao certo... disse que era uma espécie de Reiki, uma "evolução do Reiki". E que as aplicações desse Sistema eram fortes e promoviam curas mesmo! (Hoje, sabemos que o MOINTIAN não tem nada a ver com nenhum tipo de Reiki, mas, na época, era o que se conhecia para dar início a uma compreensão da nossa parte. E, agora, compreendemos que o sentido do Sistema Devocional é a Devoção Verdadeira, ou seja, a entrega da personalidade ao Eu Superior) Abrimos as portas para o Sistema Devocional também! Não sei explicar como, nem quando exatamente e muito menos de que forma, mas tive uma sensação, certo dia, de que havia uma espécie de Abertura no céu, de conexão com o mais elevado, um TUBO DE CORES LINDAS, não físico que estava sobre aquela sala onde o Delci começou a aplicar a Energia do Sistema Devocional. (Hoje, compreendo que percebi Hierarquias e a nave. Minha mente interpretou com as imagens que conhecia na 3D...). Naquele tempo, eu estava muito envolvida e preocupada em fazer dar certo para todas nós que trabalhávamos naquele espaço e, depois, também, para o Delci. Meu "foco", portanto, era dar conta da responsabilidade que havia assumido com todos aqueles profissionais e com a comunidade. Queria que todos se sentissem bem ali e que o local realmente emanasse PAZ, ALEGRIA, TRANQUILIDADE, BOAS ENERGIAS para quem lá estivesse trabalhando ou recebendo um serviço. Para isso, e dentro de uma ideia “paternalista” com um afã de ajudar que eu tinha, de levar para diante... acabava levando “por diante” no final das contas.... enfim, assumi fazer sozinha desde a faxina diária após o expediente, até bolar pacotes de tratamentos envolvendo os vários serviços,  panfletos promocionais e de divulgação, pagar todas as despesas geradas... Agindo, também, de acordo com um dos tantos "complexos" da minha personalidade, da época, que era o de "Gata Borralheira” (a “boazinha” que fazia tudo para todos, mas era sempre uma vítima e para ela nunca sobrava nada, só os afazeres e o aprisionamento), já passou.. referi isso para  ilustrar o fato de que as tantas “preocupações” e obrigações que eu achava fossem somente minhas, não deram espaço para eu perceber a GRANDEZA do que estava ali se manifestando em minha vida. Tanto que nunca recebi e nem pedi uma aplicação do Sistema Devocional. Eu não queria tomar horário da agenda do Delci que estava começando e precisava ter espaço para outras pessoas de fora dali para dar sequência em seu trabalho (era o que eu conseguia perceber na ocasião e conjuntura). As despesas com o SPA foram maiores que as receitas, por N motivos e não pudemos mais continuar... Me perdi do Delci e do Sistema Devocional... Muitos fatores estavam envolvidos nessa história do SPA, mas isso também é uma outra história que não cabe aqui ser desenvolvida. Hoje, tenho uma compreensão maior e percepção que os "espaços holísticos" por mais puros, do bem e para o bem que fossem os corações dos que tentaram implementá-lo, digamos assim, não eram mais para ter "espaço", pelo menos, não em minha vida. Não assim, não naquele "formato". Muito menos na trajetória do MOINTIAN por aqui!!!!! (O que eu buscava, de forma intuitiva, era conseguir o Realinhamento, a Reintegração e a Síntese que só quem proporciona realmente, na atual fase planetária, é o MOINTIAN. Estamos todos interligados pela Essência Divina que habita nossos Seres e, aos que se abrem verdadeiramente com entrega às práticas do MOINTIAN, desempenham a função de peças importantes, cada um à sua maneira e a seu tempo. Estamos no “jogo” daqui da 3D, mas fazendo “outra jogada”...  Temos o privilégio, honra e Responsabilidade Imensa em fazer parte dessa história. Nossas almas, como campos que conquistaram a graça de estarem férteis, nesse momento que estamos coexistindo por aqui, foram atraídas para a semeadura do MOINTIAN nesta e, alguns, já, em outras dimensões. Ao vivenciarmos e tornarmo-nos, por hora, “pontos de irradiação” da energia MOINTIAN, preparamo-nos para desempenharmos outros papéis também, dentre eles, o de pioneiros de uma Nova Humanidade.)

2. Reencontro 1, sem a Abertura Completa ainda – Tentativa nº 2 – Através da Psicanálise
Voltei a reencontrar o Delci, no Centro Empresarial de Santiago-RS, na noite de lançamento do MANUAL DO MOINTIAN (ou quem me apresentaram, na época, no SPA, como sendo o Delci. Mas, bem depois, soube que já era quem todos conhecemos como Jardim desde lá... para quem quiser entender bem como aconteceu de fato a transmutação do Jardim, leia, por gentileza, à Terceira Parte, no Capítulo XXVII, do livro “Os Incríveis Seres de Dois Mundos” ou como o chamamos: o livro “branco”). Comprei o Manual, gostei MUITO de tudo que vi e ouvi naquela noite, mas ainda não estava "pronta" para o MOINTIAN. Cheguei em casa e guardei o Manual. Não ouvi mais falar, não encontrei mais ninguém que falasse nele. E minha vida seguia em ritmo de ladeira abaixo... adoeci, após tantas tentativas frustradas de encontrar meu caminho, o que vim fazer aqui, como e por quê... tive depressão, pensamentos obsessivos de vozes recorrentes que me faziam pensar ser o pior ser da face da terra... sem valor algum, uma derrota, sem nada a acrescentar a ninguém...  nada fazia sentido por aqui... sentia-me “perdida”, confusa, sem forças e vontade nenhuma de nada... só queria “sair daqui”... comecei a pensar em suicídio... enforcamento... mas eu pensava também na vergonha e desilusão que meus filhos iam sentir ao serem apontados na rua por serem os “orfãozinhos” da mãe que se matou... essa ideia era pior ainda... deixei uma corda que havia separado para a minha execução, guardada, escondida. Fui fazer terapia com uma psicanalista e tentei, durante todas as minhas sessões com ela, convencê-la e questioná-la que se uma pessoa sentia que toda a sua vida aqui na Terra era um erro e queria zerá-la e começar de outra forma, por que não podia... por que não era dona de si mesma... por que as religiões permitiam o sofrimento, a dor... se se pegou o caminho errado, o mais lógico não seria parar e voltar para encontrar a estrada certa?! A psicanalista não concordava comigo, claro. Não me compreendia - pensava eu... não conseguia me ajudar por mais que aplicasse todas as teorias e "técnicas psicanalíticas".  Sendo assim, meu inconsciente deu seu jeito, seguiu-se o processo de autodestruição e promoção do "enforcamento". O resultado foi que tive graves problemas hormonais, glandulares e formaram-se nódulos atrás da minha carótida e jugular. Nódulos que não eram possíveis de serem removidos dos locais onde se formaram... regiões de alto risco. Pronto, tinha a possibilidade do “suicídio socialmente aceito” e que não envergonharia meus filhos...  Um sonho LINDO me despertou certa manhã: Descia serena, pacientemente e com determinação, pelo espaço, e vinha de muito distante, do mais alto do Universo, um Coração de Prata cravejado de enormes pedras brancas. Ele deixava um rastro prata por onde passava, como se fossem milhares de estrelinhas iluminando o azulão do Universo e era Um Presente da Mãe Maria para mim! Acordei com aquela imagem, aquele coração gigante, iluminado e que seria um Presente da Mãe Maria para mim... trouxe-me ALEGRIA. Passaram-se vários dias, acabei esquecendo do sonho.

3. Reencontro 2 – Princípio de Abertura – Tentativa nº 3: MOINTIAN
Um dia, cruzei com a Marta Abreu, no restaurante do Mário, ela me perguntou como eu estava. Respondi que bem, porém estava com um probleminha de saúde: nódulos na carótida e jugular... ela me contou que tinha tido nódulos na tireoide e o Delci fez um tratamento com as aplicações da Energia MOINTIAN e ela se curou. Ofereceu-me, mais que depressa, com a gentileza, educação e profundidade de compreensão que lhe são peculiares, o cartão de visita dele que agora atendia no Shopping de Santiago. Tinha uma sala lá para aplicação da Energia MOINTIAN. Peguei e fiquei por dias com aquele cartão... com medo de ligar, de agendar, de marcar...  de sair da minha “rota de fuga” daqui deste plano existencial. Até que criei coragem e liguei, agendei e fui naquela detonação que eu vivia... Cheguei lá, ele me recebeu com a gentileza, delicadeza, ternura e carinho de sempre. Primeiro, conversamos muito e perguntei se ele iria me aplicar a Energia naquele dia. Mas ele já estava, só ao conversar comigo, aplicando-me a Energia. A parte da maca, mera formalidade... para satisfazer a personalidade que age e reage dentro dos parâmetros da 3D... e então, ele me aplicou a ENERGIA MOINTIAN. Eu perguntei-lhe depois da aplicação: - E aí como estou... e ele, com aquele jeito brincalhão e querido de sempre: - " Sabe barbante quando a gente pega numa ponta e sacode e vira aquela “nozeira” toda.... mais ou menos assim... ". Saí de lá pensando: - Bah... o cara é O CARA e eu não senti NADA na aplicação dele... estava imaginando viajar por entre mundos, ter alguma sensação transcendental.. e nada... não senti, nem vi, nem percebi nada... Fui para casa. Naquela semana, os "nós" do “tal barbante” começaram a ficar "visíveis". Um a um foram sendo "desatados". Minha vida conjugal estava de mal a pior, minha relação com meus filhos também, meu trabalho sufocante, a casa, onde morávamos, precisava de reforma... eu, agora, sob o efeito da Energia MOINTIAN, estava sendo desvencilhada das “amarras” que me prendiam, impediam de Viver em Paz e eram um dreno da minha energia vital. A Energia MOINTIAN estava, da forma independente e inteligente dela, agindo em mim, em meu interno, limpando-me, realinhando. Sentia-me Leve como nunca. Cheia de ENTUSIASMO e comecei uma reforma na casa. Contratei pintores, os móveis que eu queria comprar, entraram em promoção e pude comprá-los. Vesti a casa com tapetes e cortinas. Alegrei os ambientes com flores. A vida começava a desabrochar em mim novamente com apenas uma aplicação de quem conhecemos por Jardim, mas que é a PRÓPRIA ENERGIA MOINTIAN. E os nódulos... DESAPARECERAM! Sem remédios, sem cirurgia física... assim como os "nós" da minha existência, os "nódulos" dissolveram-se!

4. ABERTURA COMPLETA: ENCONTRO DO QUE PROCURAVA:  NÍVEL 1 DO MOINTIAN
Quis e chateei para fazer o Nível 1 do MOINTIAN. Agora, eu estava PRONTA para receber a INICIAÇÃO! Ainda com os "nós" sendo desatados e a Energia Limpando e reestruturando meu Interno dos tantos episódios traumáticos dessa e quem sabe lá quantas infâncias e adolescências...  (da família disfuncional da vez que o Astral achou por bem me colocar para eu "resgatar" meus ditos "carmas" e ficar "rodando" feito "barata tonta" na "roda das encarnações". - e como sacaneiam a gente, fazendo-nos acreditar nessas mentiradas e esquecer o que viemos fazer e o que temos que fazer... ficamos feitos "bonecos de mola" nas mãos deles por aqui). Eu fui condicionada a acreditar e sentir-me "atrasada", que era uma "vítima"...  e sempre chegava atrasada nos lugares. E naquele dia da minha iniciação do nível 1, em Santa Maria-RS, não foi diferente... cheguei atrasada... passei, a porta bateu... o Jardim já tinha começado.. levou um susto com aquela criatura "maneada" ainda por alguns muitos "nós"... que vergonha... sentei e comecei a ouvi-lo. Quando ele mostrou e falou sobre o emblema do MOINTIAN, lembrei do Sonho do “Presente da Mãe Maria para mim”, o Coração cheio de pedrinhas brancas (A Fraternidade Branca)! Percebi que o Presente era o MOINTIAN.  Mas o MOINTIAN entrou em mim a "marretada"... senti uma forte dor de cabeça, como se minha cabeça estivesse sendo quebrada... dirigi até Santiago, à noite, com uma “missão e privilégio maior de todos” – levar o Jardim, pena que a dor de cabeça foi junto! Ele gentilmente me ofereceu um reforço de energia para quando eu chegasse em casa. Aceitei, pois a dor chegou a nível insuportável. Amanheci nova em folha, disposta como nunca!!!

5.  Vivendo como MOINTINIANA:
5.1. Parte 1:  Proteção
Comecei as práticas do Nível 1 e a Transformação começou! Resolvi trocar de profissão. Surgiu um curso em Santa Maria de uma nova profissão. Algo que era o ideal desde o início, mas que eu não conseguia ver antes quando estava "amarrada aos nós". Comecei a cursá-lo. Ir a Santa Maria-RS, 150km de Santiago-RS. Era aos sábados, o que me permitiu participar das Charlas que aconteciam por lá. E, um dia, como em todos os outros, ao me preparar para viajar,  sempre fazia a expansão da chama e envolvia meu carro numa bolha de LUZ e PROTEÇÃO, na CHAMA. Eu tinha a Sintonia somente com o Nível 1. Fui para estrada levando minha filha e mais duas amigas dela. Na beira da estrada, naquele dia, tinham muitos animais mortos, havia uma energia pérfida no ar... e muito movimento de carros indo e vindo. Era sexta-feira, fui antes por que queria participar de uma charla que seria nesse dia. Quase chegando em Santa Maria, fui ultrapassar um ônibus e vi um buraco, desviei dele e caí num maior. A estrada estreita... meu carro era um Meriva que é mais alto e menos estável e ele começou a bambalhar. Senti-o bater na Bolha de Luz e voltar, primeiro por um dos lados e depois pelo outro...  fui retirada dali do buraco e bati na traseira do ônibus o que me fez parar e não cair do outro lado da estrada que tinha 5 metros de ribanceira... e, ainda, consegui estacionar no acostamento, atrás do ônibus que parou... eles não tinham me visto... acharam que tinham atropelado um cachorro... Eu saí do carro atordoada e uma jamanta passou ao meu lado, chegaram a voar meus cabelos, mas eu ainda estava na proteção do Bolha de Luz! E, detalhe, naqueles instantes em que eu lutava para manter o carro em pé e na estrada, simplesmente a estrada ficou sem movimento nenhum de nenhum dos lados... nem carro, nem caminhão... por que se tivesse, eu não teria tido chance nenhuma... e não estaria aqui agora para contar isso... foi como se o tempo tivesse parado, os carros e caminhões foram atrasados em seus percursos... formou-se um ínterim... eu entrei noutra dimensão... Assim que eu estacionei, no acostamento, o fluxo da estrada voltou a ficar intenso novamente... ninguém de nós, de dentro do carro e no ônibus, tivemos machucados...   liguei depois para o Jardim contando e ele me disse: - " A Energia está bem ancorada em ti!" Tudo se resolveu de forma tranquila. A Polícia Rodoviária estava em greve... não recebi multa, não tive pontos na carteira... ninguém prestou queixa, consegui pagar o conserto do meu carro e do ônibus... o pessoal foi super legal comigo, arrumaram o que foi estragado sem exigir peças novas... saiu por um preço que pude pagar... eu não tinha seguro...  Trocamos o carro por um mais baixo e estável, como meu esposo queria antes... Jardim me ensinou a usar o Transmutação para que eu não ficasse traumatizada e pudesse voltar a dirigir e assim fiz e segui dirigindo para as aulas e charlas e os demais níveis que fiz posteriormente em Santa Maria.

5.2. Parte 2: Transformação/ Transmutação
O tempo passou e um dia eu estava lavando a louça em minha casa, tive uma visão: vi minha sogra sofrendo muito, toda de preto, sem forças, consumida pela dor; meu cunhado e marido, cada um segurando uma alça de caixão... deduzi que meu sogro iria falecer... e senti que seria de uma forma trágica, abrupta, inesperada e traumática para toda a família. Passei a pensar bem forte em meu sogro e todos da nossa família nas meditações da quarta-feira, no momento em que podemos emanar para todos os que nos vierem à mente e deixando a energia e hierarquias fazerem o que for o melhor para todos. Comecei a preparar meus filhos e esposo fazendo-os perceberem que o vô e pai já era uma pessoa realizada, que tudo o que quis fazer por aqui, fez e que merecia novos treinamentos...  Pois bem, meu sogro foi à Santa Maria levar minha sogra para uma consulta de rotina dela. E ele estava bem, a princípio. Deixou-a na casa da irmã dela e foi sozinho ao posto de gasolina, na hora do rush, abastecer o carro. Pagou e quando foi entrar no carro, ainda no posto, desmaiou e foi levado pela SAMU em total segurança e dali a 3 meses faleceu. Mas teve tempo de se despedir de todos os familiares e amigos. Partiu com dignidade, serenidade e compreensão de todos. No seu velório, o "quadro de dor e tristeza insuportável" que eu havia "visto", tinha sido mudado para um cenário de paz, tranquilidade, alegria até. Minha sogra que outrora vi sem forças, estava serena, com o coração e a consciência tranquilos de que o que esteve ao seu alcance fazer, fez por ele. Conformada que era finda a história dele aqui neste plano. Os filhos e netos também. Mais tarde entendi que provavelmente meu sogro ia desmaiar enquanto dirigia e ia morrer de forma trágica e causar uma tragédia... mas isso foi TRANSMUTADO! Não chegou um mês depois, meu pai faleceu também. No seu velório, eu deixei o transmutação agindo e também o clima foi de paz, harmonia, sem aquele peso de dor e sofrimento que as “perdas” dos entes queridos ocasionam. Uma irmã que é "sensitiva" disse ter visto sobre o corpo do nosso pai um símbolo... o mesmo que estava em minha camiseta. Eu estava com a camiseta que tem o emblema do MOINTIAN. Apliquei bastante energia em meu pai que faleceu em sofrimento. E, teve uma hora que parei, assustada, pois achei que o ia ressuscitar de tanto que senti a energia fluir intensamente... e como os maquiadores de defuntos “preparam” os corpos para o velório tapando as vias aéreas, fiquei com medo de causar-lhe tortura, caso voltasse... pois achei, pela vivacidade da Energia fluindo que ele ia acabar ressuscitando... (a Energia MOINTIAN não nos deixa “insensíveis”, mas sim com uma compreensão mais elevada das situações, da vida, da “morte” aqui e ficamos fora da dimensão da dor e sofrimento característicos da 3D. Passamos a vibrar em outra frequência!)

6. AGRADECIMENTO ETERNO
E, desde que faço parte dessa Energia e Método de Mergulho Interno e Descoberta da Divindade que Habita Meu Ser e o Ser de Todos, tem sido assim. As dores e mal estar de quem sente, tanto  os meus quanto os de outros, ao aplicar os símbolos, ou mesmo só a expansão da chama em mim, alguém ou algum ambiente conturbado, tudo melhora, acalma-se, harmoniza-se. A Saúde flui. As necessidades mudam. O mal se afasta. A ALEGRIA É UMA CONSTANTE em nossas vidas! A ENERGIA MOINTIAN, em minha percepção, é TERNA, ACOLHEDORA, SUAVE E FORTE AO MESMO TEMPO. ACONCHEGANTE E PROTETORA COMO UM ÚTERO MATERNO.  Eu SÓ TENHO A AGRADECER, hoje e ETERNAMENTE, primeira e principalmente a TODO ESFORÇO, DEDICAÇÃO E EMPENHO do Nosso AMIGO CÓSMICO JARDIM que é o PRÓPRIO MOINTIAN! Em segundo, ao DELCI por ter SEMPRE feito AS ESCOLHAS CERTAS enquanto esteve por aqui, permitindo, com essas atitudes firmes, quem, por hora, chamamos de Jardim, entrar em seus corpos densos para conseguir comunicar-se conosco, iniciar-nos nos níveis e ensinar-nos as práticas. Ou seja, possibilitar-nos a Evolução que o MOINTIAN proporciona. A MARTA ABREU por ter morado em Santiago, ser essa COMPANHEIRA MAGNÍFICA que é ao Jardim e a nós todos, possibilitando-nos a GRANDE OPORTUNIDADE DE VIVENCIARMOS O MOINTIAN E NOS TRANSFORMARMOS!   SEMPRE A MICAH e a TODOS QUE TRABALHAM PARA E PELO VERDADEIRODESPERTAR DA HUMANIDADE! E, ainda, por Todos que estão Despertando, Recolhendo suas Extensões, Realinhando-se, em Conexão com Suas Mônadas e acima, auxiliando a fazer cada vez mais "rasgos" nessa campânula. Isso gera uma ONDA que ELEVA A VÁRIOS SERES, DE VÁRIOS REINOS E DIMENSÕES, MUITO ALÉM DE NOSSAS COMPREENSÕES AINDA! Grata, querido Amigo Cósmico, por mais essa OPORTUNIDADE! PARABÉNS POR MAIS ESSA BRILHANTE IDEIA QUE FOI ESSA ATIVIDADE!!! Gostei Muito!!! E a quem chegou até aqui, nessa leitura, gratidão pela sua paciência... espero, um dia, ser mais sucinta... aos colegas MOINTINIANOS que referi seus nomes, nesse relato, e fatos que vivemos juntos, peço desculpas por ter tomado essa liberdade acreditando não ter incorrido em nenhum prejuízo a ninguém. Mas se não quiserem, é só falar que omito os nomes, certo...
Marta Adriane T.K.


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IX.
Mi experiencia con Mointian fue muy buena, aprendí a percibir la energía y a aprovechar los beneficios de saber usarla.
He podido sentir armonía entre el cuerpo y el espíritu luego de cada aplicación o práctica.
Muchas gracias por transmitir este método tan saludable y enriquecedor.
Abrazo a todos.
Mirta H. – Argentina.


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VIII.
MOINTIAN NA MINHA VIDA
Me sinto muito feliz por ter encontrado com essa energia que se chama MOINTIAN.
O que tenho a dizer dessa energia, é que, sempre estou me sentindo tranquila mesmo quando tenho situações desagradáveis do dia a dia a resolver. Faço a autoaplicação diariamente e assim consigo estar bem e equilibrada.
A diferença entre essa energia e as demais que temos por ai, é que não preciso pedir ajuda para que fiquem me limpando energeticamente, eu mesma por auto me aplicar a energia já fico limpa sem depender dos colegas. Quando antes de conhecer o  Mointian eu trabalhava e usava outras técnicas, vivia pedindo ajuda dos colegas para me limparem energeticamente, e isso me incomodava, pois ficar dependendo dos outros que nem sempre temos para nos auxiliar, é bem chato.
Essa autonomia, independência que  o  Mointian nos  proporciona é muito legal.
Hoje não consigo me ver, ou viver sem essa  energia. Pois já passei por problemas sérios e obtive excelentes resultados.
Gisele

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VII.
De muito tempo, de vários cursos etc, a sensação de que estava faltando algo permanecia e eu buscava, analisava, mas continuava aquela sensação.
Conheci o MOINTIAN em 2001 numa época de grande confusão energética e de informações distorcidas. Aí a coisa começou a andar.
Durante um vasto período de tempo, toda a minha jornada celta e tibetana foi gradativamente aparecendo, eu não tinha as memórias , mas quando eu lia sabia que não era daquele jeito, logo aparecia um arqueólogo ou historiador numa expedição que tinha recém feito a descoberta daquilo que eu já sabia.
Cheguei a pensar que eu era totalmente tibetana, por várias situações percebi que todas as encarnações passadas em monastérios não adiantaram de muita coisa.
Os ciclos passados foram fechados sem grande aproveitamento por seus usuários, perdidos na densidade da matéria, todas essas pessoas de alguma forma alimentavam a roda do samsara com seus sofrimentos e angustias.
Dentro desta tradição budista na qual passei alguns séculos houve tantas desavenças, rachas e rixas alimentadas por egos rígidos. E pior percebia a rigidez em mim o que me deixou apavorada num primeiro momento. Eu questionava a inflexibilidade alheia, mas também estava sendo dura nos meus pontos de vista.
Nesta presente encarnação li de tudo um pouco, as mais diversas literaturas, conheci o MOINTIAN em 2001 e ativei a chama em 2002 daí a reviravolta foi grande, neste interregno de tempo nunca deixei de meditar nas quartas era quando eu percebia mais coisas, até do astral que não tem nada haver com o que é espiritualidade na realidade. Eu ainda tinha as recaídas de Angelologia que não levam a nada.
Essa busca incessante, esse existencialismo por mais louco que possa parecer me acompanhavam e o pensamento fixo no ponto de mutação, como no livro de Fritjof Capra, na iluminação, no nirvana.
A minha volta surgiam muitas pessoas que sempre me pareceram bem mais avançadas e lúcidas, mas foi fogo de palha se exauriu muito rápido e ficaram apenas alguns poucos, os que de fato buscam a realidade, os que estavam na freqüência.
Dentre os meus conflitos e idiossincrasias, sobrou a certeza que a prática do MOINTIAN é sempre plena por si só, sem cobranças, sem amarras. O mais importante é proporcionar um estado original de consciência, de energia.
Hoje posso ver claramente a qual grupo pertenço, de qual estrela vim. Tenho uma nova vida aqui neste sistema, tudo é muito gratificante. Não tenho palavras para expressar tudo o que significa para minha linhagem. É apenas o princípio, o conhecimento de uma realidade maior.
Eu serei eternamente grata ao Jardim por esta dedicação de milênios a todos os seres. Agora finalmente eu vejo a realidade.

Radake E.



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VI.
Início
Quando iniciei a frequentar às quartas-feiras e a fazer sessões de aplicações com o Jardim, eu estava totalmente na cegueira humana, mas desde o primeiro o encontro começou a despertar a minha visão interna. A partir deste momento comecei a perceber quem eu era no plano interno e o que estava disponível de se alcançar, claro fazendo as devidas limpezas dos corpos e com a utilização das técnicas do Sistema Devocional e posteriormente o MOINTIAN.

Tudo ao mesmo tempo
O meu progresso foi muito rápido, mesmo sem saber o que estava acontecendo através das técnicas, mas pelo simples fato da entrega e de querer uma mudança. A cada encontro no plano interno era uma nova instrução, seja com o Jardim, com minha alma ou algum membro da hierarquia. Cabe aqui uma observação que quanto à hierarquia, que foi abrangente, ocorreram encontros desde o Regente Solar Mayhuma, Mestre Djwal Khul, contatos com Naves, instruções com Trigueirinho, e vários mestre da hierarquia do MOINTIAN. Esses contatos foram muito importantes para mim, para perceber que eu estava no caminho certo e para o apoio no plano espiritual, como se fossem boas vindas. Eu me sentia acolhido e bem quisto.

A Confusão
Devido a aceleração do meu desenvolvimento e a entrega, a minha vida no plano físico começou a ficar difícil de conviver, mas continuei firme no meu caminho sem nunca desistir, porque era muito vivo, ou ainda o é. Na verdade eu tinha duas vidas, uma quando eu dormia e outra aqui no plano material. Ignorei as coisas daqui, deixei vir todas a mudanças, não me importei com as amizades falsas do dia a dia e os relacionamentos. A vida no plano interno é muito boa, é impossível descrever em palavras, e cada noite eu queria mais aquilo, mais e mais, eu tinha sede de espiritualidade. A confusão foi tanto para mim quanto para as pessoas que me rodeavam, elas não entendiam as minhas atitudes. E tudo isso acontecia sem o manual do MOINTIAN estar pronto. Eu fazia as práticas do nível I e nível II várias vezes, conforme os livros do Sistema Devocional e as sugestões do Jardim.

Serviço
Ao mesmo tempo também começou um serviço para mim. No plano espiritual eu comecei a fazer aplicações de energia nas pessoas, essas pessoas eram as mesmas que procuraram o Jardim para fazer aplicações. Eu as encontrava à noite e continuava o tratamento terapêutico. Comecei a perceber que já fazia parte do MOINTIAN. Mas este serviço foi-se ampliando, ganhando uma abrangência maior, não era apenas nas pessoas que eu aplicava energia, comecei a fazer limpezas espirituais em casas, bairros e cidades. Afastando estes lugares de seres involutivos que atrapalham as pessoas, sugando-as e deixando-as pressas neste mundo. Este serviço foi amplificado com as técnicas no nível III, desde que comecei a ter consciência de como utilizar os símbolos do nível III, não entrarei em detalhes nisto porque não o meu propósito. Com esta função comecei a me sentir útil para o planeta, mesmo sem as pessoas saberem o que eu fazia, eu ajudava o planeta a se manter vivo e abria caminhos para a Hierarquia continuar seu trabalho aqui.

A Mudança
Na data de 3 de janeiro de 2006, ocorreu uma mudança em mim. Numa meditação troquei de corpo, mas não de corpo físico, mas de corpo espiritual, eu via na frente um ser, ficamos frente a frente por um tempo, na posição de meditação, e saí do meu corpo e entrei por baixo e comecei a expressar um novo ser. A mudança foi tão forte que levou uns dois anos para a pele do meu corpo se ajustar em mim novamente. Poucos perceberam isso, porque eu estava morando em Roraima, no extremo norte do Brasil, sozinho em reclusão e afastado do meu passado e com uma tarefa que foi o de divulgar o MOINTIAN.

O MOINTIAN e as outras escolas
O MOINTIAN abre as portas para outras escolas esotéricas que estão aqui nesta planeta, mesmo que elas não representem as Hierarquia de Sírius, mas são apenas manifestação de pessoas com objetivos comuns e utilizam rituais de seres que foram expulsos de algum ponto do Universo e vieram parar aqui, por este planeta ser uma grande lata de lixo. Especificamente sobre a maçonaria conheci do Grau 1º ao Grau 30º, vendo os dois lados que existe da maçonaria. Eu confirmava o conhecimento que adquiria no plano interno com meu progresso nos Graus Inefáveis no plano físico, na Loja de Perfeição Lorenzo Copatti de Santana do Livramento-RS. Vi aonde chega a maçonaria, o seu limite, estive na Nova Jerusalém, como é descrito na obra literária de Rizzarto Camino, e o lugar onde todo o maçom deve encontrar, é um despertar maçônico. E o que eu queria era auxiliar os maçons neste caminho e lá, sim mostrar-lhes o MOINTIAN, para sair desta bolha planetária.

A Nave do MOINTIAN
A Nave do MOINTIAN está lá, sempre presente na minha caminhada, desde o início e até os dias de hoje, quando estou lá eu encontro o Jardim e a sua esposa Marta, foram raras as oportunidades que não vi os dois lá, as pessoas se enganam quando acham que o MOINTIAN é só o Jardim, na verdade são os dois a Marta e o Jardim. Na nave há uma indumentária própria da energia, há portas, salas, livros ou apenas um lugar para instrução. Teve uma vez que vi muitas pessoas passarem pela frente e não entrarem, comentei isto com o Jardim, ele me disse: há pessoas que não acreditam que exista a nave.

Agradecimento
Agradeço ao Delci Jardim, o primeiro lá de Alegrete, que recebeu o Mointian, e ao Delci Jardim que trouxe por completo o Mointian, ou seja, ele acredita em nós, é um voto de confiança na humanidade, quanto sofrimento podemos evitar de passar? quantas encarnações podem ser suprimidas? Então qual é a nossa gratidão pela Hierarquia? E por que não ascender? São questões de reflexão para todos, independentemente do nível que estamos.
E não poderia de deixar de mencionar o meu agradecimento a Marta, pelo apoio que deu a todos, sem distinção, para que chegasse o Mointian de uma maneira livre, sem influência de nada ou de alguém.
Iglaé Sena Martins

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V.
Conheci o MOINTIAN no começo de 2014, mas vou falar um pouco do que aconteceu antes do MOINTIAN: eu já tinha me interessado por Mestres, Irmãos das Estrelas e assuntos esotéricos, cheguei a ter um blog onde eu postava as chamadas canalizações, que depois exclui, mas chegou um ponto em que eu percebi que era tudo vazio e que faltava algo a mais.
Comecei a ler os discursos do Eu Sou de Godfre Ray King e alguns textos da Ponte para Liberdade (Bridge to Freedom) de Geraldine Innocente, mas ainda não era o que eu procurava. Não era como se esses livros do Eu Sou ou da Ponte para liberdade fossem ruins, mas ainda não tinham o que eu procurava, futuramente isso foi esclarecido, o que acontece com esses movimentos do passado é que a Fonte Espiritual deles mudou para outro movimento ou outra técnica e eles ficam desatualizados e não manifestam efeitos como no passado. Agora estamos em outro momento planetário, esses movimentos citados já tiveram seu ciclo de manifestação, agora estamos diante do novo...
Mas ler esses discursos e textos me chamaram atenção para algo: o foco é sempre a Ascensão para os reinos espirituais e isso ainda se mantem verdade e passei a colocar a Ascensão em primeiro lugar quando isso aconteceu o MOINTIAN apareceu para mim, como uma resposta do Universo.
Me estendendo mais um pouco volto a falar das canalizações, percebi que a maioria das canalizações não vem de planos espirituais, mas vem do plano emocional (astral) e mental da humanidade, seres desses planos que as trazem ou mesmo se trata de uma “viajem na maionese” dos canalizadores profissionais, não estou julgando, mas eu aconselharia a todos a se afastarem, porque quando você participa de algo você está alimentando aquela egregora e energia daquele movimento, trabalho, método, religião, etc. Onde está pondo sua energia? Em algo evolutivo ou em mais uma samsara (circulo interminável)? E além do mais alguns canalizadores trazem datas, falam de eventos físicos, muitas vezes apocalípticos ou falam de uma mudança que virá da noite para o dia onde tudo é muito fantasioso, existem outros que não falam disso, talvez eles nem saibam disso, talvez acreditem que estão fazendo um trabalho elevado, mas na verdade essas canalizações acabam criando uma fascinação, uma hipnose, as pessoas ficam buscando as mensagens diariamente e acabam deixando de cuidar da própria evolução, deixam de buscar a orientação interna e buscam a externa. Quando as Hierarquias de Luz tem uma mensagem ou um trabalho para você, mesmo que você não saiba elas se comunicam com você e te trazem a informação, não é uma terceira pessoa, a informação vem de dentro.
É claro que temos os nossos mensageiros das Hierarquias que trazem métodos ou apontam caminhos para evolução, esses vieram com uma missão dada pelas hierarquias de transmitir informações, mas é isso que eles fazem, apontam, mostram que existe um caminho, eles não te desviam da luz ou passam a mão na sua cabeça e dizem para você sentar e esperar. Nenhuma pessoa comprometida com a Luz Verdadeira vai te carregar no colo, ou te dizer que tu tens que ficar parado que será salvo, mexa seus músculos espirituais, viva, ame e se transforme e aplique sua vontade para evoluir, para Ascensionar, ponha isso como sua meta, quando ela verdadeiramente for sua meta, você a alcançará.
Talvez você se pergunte: “Como vou saber quem são aqueles que tem verdadeiras missões de transmitir informações das Hierarquias daqueles canalizadores?” eu diria que quando sua meta é realmente a evolução, quando você está firme na Luz, tudo aquilo que não é condizente com a sua evolução se afasta de uma forma natural e muitas vezes silenciosa, tão natural que você talvez nem perceba, em outras vezes, as coisas ou pessoas que não são condizentes com nossas evoluções saem de modo mais grosseiro quando existe um resistência ou uma lição para ser aprendida, mas se o foco for a evolução, tudo o que for contrario a ela será transmutado.

Agora eu vou falar da minha pratica com o MOINTIAN que é o que foi pedido. Por um tempo eu fiquei apenas analisando o MOINTIAN, se não seria apenas mais um método como os que aparecem todos os dias aos montes trazidos de fontes nada evolutivas, como disse antes quando me foquei verdadeiramente na evolução o MOINTIAN me apareceu por isso acredito que quem encontra o MOINTIAN, já está em um bom nível de evolução, mas nunca deixe o orgulho tomar conta, muitas vezes as pessoas me elogiavam por minhas palavras, muitas vezes vazias ou apenas repetições de coisas já ditas um sem numero de vezes ou me chamavam de evoluído levei muito tempo para perceber que esses doces elogios atingem mais o ego do que o nosso Eu Espiritual e nos atrasam mais do que ajudam, se te elogiarem não se transforme no elogio que te deram, deixe passar por você, sempre lembrando que a evolução é infinita, não acaba e sempre vai ter algo para fazermos ou trabalharmos, nos tornamos bons quando paramos de ter necessidade de parecermos bons. Como disse quando você participa de algum método ou religião você alimenta aquela egregora e eu queria ter certeza de que o MOINTIAN era uma pratica realmente evolutiva antes de entrar nela, para não trazer mais trevas para esse mundo, então nesse período decidi dar um tempo para ver se eu realmente iria aderir ao MOINTIAN. Depois de tantas decepções com métodos e canais e tudo mais decidi levar meu caminho sozinho, vez ou outra olhava o manual até que então, um dia um amigo me mostrou uma frase que era mais ou menos: “você não precisa trilhar seu caminho sozinho”. Deixo claro que a nossa evolução não depende do outro e sim de nós, mas o outro, ou um método pode estar conosco, para fazer o caminho mais fácil, ou mais lúdico, ou mesmo para nos manter no Caminho, pois as distrações tendem a nos tirar do caminho, desde que não nos esqueçamos que o Divino está dentro de nós.
As aplicações com a Chama Devocional sempre me trouxeram o sentimento de Amor e Harmonia, uma certa paz também vem junto, as aplicações do nível I me trazem a sensação de transformação, agora estou me aproximando da iniciação do nível II e quem sabe eu não envie outro texto ao Jardim e ele poste...
Sobre relatos de viagens ou visões, não tenho, quis muito, durante muito tempo, antes do MOINTIAN, desejava muito ter aquelas visões ou viagens para outras dimensões que tanto relatam, mas não tive e depois com o MOINTIAN, lendo os textos do Jardim, percebi que não é algo tão essencial, porque as experiências ocorrem no plano interno, mesmo que você não lembre, a busca por sensações, visões é algo que herdamos do passado em que as pessoas buscavam praticas astrais, sem desmerecer o passado é claro, foi algo necessário, mas agora devemos tratar de plano que estão além da mente, como poderíamos trazer para a mente toda uma realidade que está muito além dela? Para aqueles que pensam que nada acontece porque não tem sensações ou visões eu pergunto: Você acha que se nada estivesse acontecendo você ainda estaria no MOINTIAN? Eu me atrevo a responder por você: Não, porque é natural que nós saiamos daquilo que não nos oferece nada, aquilo que é inútil, então se você está no MOINTIAN, ainda está em busca da sua Ascensão, algo interno está acontecendo, talvez algo tão além da mente que você não consegue lembrar, mas está acontecendo. Se procurarmos a certeza dentro de nós e não me refiro a esperar vozes ou luzes ou imagens, mas só buscar a certeza, ela virá, um coração leve é o mais claro sinal de uma evolução, de uma mudança, mais claro ainda do que uma aparição de uma Hierarquia e você não precisa de uma clarividência ou algo do tipo para saber se tem o coração leve.
Para concluir digo que com o tempo a nossa sensibilidade aumenta sim, mas talvez para algumas pessoas lembranças ou visões mais atrapalhem do que ajudem e você mesmo que fica frustrado por não ter visões ou etc, você mesmo pode ter pedidos para não tê-las até alcançar certo ponto de evolução ou pediu para não tê-las para não atrapalhar sua vida física, com o tempo a mente se transforma e consegue traduzir as realidade espirituais, mas continuem na Fé e na Entrega que o melhor para cada um se manifestará, talvez o melhor para alguns seja não lembrar se suas aventuras nos planos internos, pelo menos por hora, um dia talvez ainda nessa vida as Hierarquias que te acompanham permitam que certas confirmações apareçam, mas tentem deixar de lado o fascínio por aparições seja de naves ou de Mestres ou visões ou viagens, busquem mesmo é Sempre se manterem na Luz.
Eu creio que não disse tudo, mas para não ficar um texto cansativo irei parar por aqui, um abraço e muita Luz no seu caminho, seja ele qual for, nós nos encontraremos no ponto de chegada, pois este é o mesmo, para todos os infinitos caminhos.
Que a Graça se derrame sobre todos
Thomas W.


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IV.
Bom, hoje estou aqui para te escrever sobre o que o Mointian me proporcionou desde quando recebi a chama em meados de 2011.
O método, mais do que qualquer outra coisa me forneceu várias experiências e me ajudou a ter uma visão mais ampla e menos “tapada” do mundo em que vivemos, me fez ficar mais atento e ''acordado'' em todos os sentidos; Quando eu somente havia recebido a chama devocional e ainda tinha o Rex (meu antigo cachorro), ele estava muito machucado e poderia morrer porque tinha se metido numa briga com os outros cachorros aqui da rua e eu resolvi aplicar a chama nele, me recordo que eu dei o máximo de mim naquilo, eu me entreguei totalmente à energia e acredito que a partir daquele momento eu me inseri mais ainda no Mointian, pois comecei a enxergar coisas que antes não me eram visíveis e eu não tinha sequer conhecimento de que poderiam existir, eu somente acreditava.
Para finalizar, gostaria de deixar uma das mais profundas das minhas conclusões a partir do método: Nós somente conseguiremos evoluir quando chegarmos ao alcance ou perto do amor incondicional e acredito que é a partir desse amor incondicional que as coisas se clareiam, dando o máximo de nós para as práticas ou até mesmo insistindo nas mesmas, teremos os melhores resultados. O Mointian significou e marcou minha vida com mudança e amadurecimento, quem dera todas as pessoas pudessem ter acesso ao método.
Forte abraço,
Emanuel.

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III.
Respondendo ao seu pedido sobre o MOINTIAN, segue as minhas percepções e conclusões pessoais.
A energia que se manifestava através do Método era de inegável força e manifestação, o que foi verificado não somente por mim, mas por muitos outros.
As técnicas em si explicadas ou descritas no manual ou outros meios parece-me ser apenas útil como um impulso inicial, mas não o mais importante. O mais importante em si era a entrega às energias, que iriam desbloquear a consciência, o poder, e revelar as próprias técnicas e recursos pessoais de cada um, em seu nível superior.
O contato com as hierarquias e seres por trás do Mointian e principalmente o contato com a própria consciência superior de cada um revelaria não só o caminho ideal para a espiritualidade e a liberdade, como também os meios individuais mais adequados para alcançá-lo.
Mas do meu ponto de vista pessoal, algo importante não saiu bem. O que seria?
O primeiro problema é que se enfrenta uma força e um império que mantém a Terra escrava por séculos, e que possui toda sorte de estratégias não só maléficas, mas diabolicamente desonestas para manipular a consciência das pessoas, e usar os pontos fracos de cada um, a fim de bloquear ou impedir a ascensão ou liberação espiritual.
Neste caso o livre arbítrio é em última análise uma mentira. Não existe libre arbítrio em um sentido amplo na humanidade. Existe um condicionamento mental e neurológico, protegido por camadas de traumas, dor e hipnose.
Sem um esclarecimento ou compreensão das fraquezas ou ponto frágil central de cada um, e sem uma resolução guerreira para ultrapassar essa limitação, a energia do Mointian chegou a auxiliar somente até certo ponto. Após este ponto, no qual a própria pessoa se bloqueava, porque não conseguia ou não sabia como ir além, não havia mais progresso, e a energia superior, não podendo mais elevar, acabava fortalecendo as fraquezas, medos e traumas, e pelos atos e comportamentos não transformados, era utilizada em seu sentido oposto, sendo entregue como alimento para o inimigo, fortalecendo as forças involutivas no planeta. Em minha opinião é possível que isto tenha acontecido com grande parte das pessoas dentro do Mointian.
Para esclarecer melhor, digo que não existe exatamente bem ou mal, pois tudo é equilíbrio de energias distintas. Força em desequilíbrio se transforma em agressividade destruidora. Amor em excesso se transforma em fraqueza ou passividade. Mas amor e força em proporções exatas podem resultar em DIVINDADE.
Sobre os encontros do Mointian, em minha opinião, houve um desequilíbrio neste sentido. O que deveria ser amor com poder transformou-se mais em comodismo e passividade. E faltou o fogo, a força, o aspecto guerreiro de muitos, tanto sobre si mesmo quanto em relação ao mundo à sua volta.  O pensamento era apegado, mais no sentido de ser ajudado pela energia, e não de receber a energia para despertar e conquistar nosso próprio poder. Minha visão é que faltou espírito guerreiro nas sessões de meditação. Esperava-se talvez de forma inconsciente apenas que a meditação por si mesma ajudasse, e não que nos ajudássemos através desta prática. À medida que o tempo passava, eu sentia que esta situação se acentuava, até que a própria energia, sem outro direcionamento ou opção, começou a alimentar gradativamente esta passividade.
E começaram a surgir alguns comentários de críticas, e de como outros não estavam fazendo o que seria o mais correto, onde somente deveria existir espírito de autoajuda e busca da verdade que liberta, sem pré-julgamentos.
Acredito que faltou uma psicologia superior, no sentido de se entender quais processos dentro de si estavam criando o obstáculo que impedia a entrega individual à energia.
No meu processo pessoal, por exemplo, eu não cheguei ao entendimento que precisava na época. Se soubesse o que sei hoje, se tivesse antes a minha experiência e esclarecimentos atuais, é possível que não tivesse me entregue ao medo e à ansiedade, e pessoalmente, não tivesse bloqueado a experiência que o Mointian estava me proporcionado.
Não vejo nisto uma culpa, nem em relação a mim ou aos outros. O próprio sentido da culpa é uma armadilha espiritual e mental a ser evitada. Mas o que houve foi esta falta ou impossibilidade de compreensão de si mesmo. Pode-se objetar que o próprio Mointian traria a compreensão de que precisávamos, se assim cada um permitisse. Contudo, não poderíamos esperar ou contar com isto. Pois para que a energia chegasse a resultados ou níveis ainda mais profundos, era necessário que antes identificássemos e vencêssemos certos bloqueios ou travas pessoais, fundamentais no processo de nossa liberação. Sem este trabalho inicial e necessário, a própria energia ficava impossibilitada de nos trazer compreensão ou resultados maiores.
Daniel Goulart de Almeida

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II.
PARTILHA DE EXPERIÊNCIAS
Obrigado pela oportunidade de partilhar estas experiências.

O meu primeiro contato com o MOINTIAN foi através do convite de um amigo. Logo, adquiri o Manual que despertou grande interesse e identificação.
Como acontecia sempre que participava de um grupo que envolvia espiritualidade, cheguei na primeira palestra do MOINTIAN, naturalmente desconfiado...  Já preparado com algumas questões prévias. Outras surgiram durante as tuas explicações.
Durante este primeiro contato, algumas coisas me chamaram a atenção,  fiquei admirado e sentindo uma verdade e pureza no Método. Desde o início, simples palavras me tocaram profundamente: Amor, Alegria, Liberdade, Verdade e Encontro Interno...
Na minha compreensão, este propósito de estar a serviço desta Nova Humanidade, de ajudar a todos incondicionalmente, me dá a certeza que este também é o meu caminho...
Nestes anos, foram muitas experiências felizes vividas... E o encontro contigo e com os colegas, sempre foram um incentivo, estímulo e renovação de energias para seguir superando os obstáculos do cotidiano.
Sobre resultados, considero que é uma questão muito particular, porque são diferentes as experiências de cada pessoa. E o potencial, que estou descobrindo contigo, para ser desperto é a certeza de que os resultados serão alcançados.
Acredito que muitas mudanças sutis tenham acontecido, mesmo que não sejam conscientes e palpáveis. Minha maneira de conviver com as pessoas e com o mundo, melhorou muito e isso sempre traz alegrias.
As conquistas acontecem à medida que percebemos que estamos saindo de uma realidade material e descobrindo uma nova vida espiritual. Assim, certezas, dúvidas e inquietudes nos movem neste caminho de volta e reencontro. Hoje, são estas as minhas percepções...
Sou imensamente grato por receber este conhecimento na minha vida e ter a alegria de conviver contigo...
Gilberto C. – 11/04/2015

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I.
RELATO SOBRE ALGUNS MOMENTOS MARCANTES NA PRÁTICA DO MOINTIAN

Reescrevo este depoimento na data de hoje, acrescentando partes que entendo serem fundamentais da minha prática do MOINTIAN e me identificando, já que no primeiro depoimento coloquei as iniciais A.K. do meu nome num tempo anterior a este.

1. Desígnios:
No final do ano 2000, minha filha Nuraciara fez vestibular para o curso de Direito e passou. Mas no dia da matrícula, ela voltou matriculada no curso de Letras, pois alguém disse que tinha que ser assim, porque a mãe dela era formada em Letras. Ela estava estupefata e eu também!
Mas educadamente decidimos que ela cursaria aquele semestre do curso de Letras, pois na época as matérias básicas eram quase as mesmas para todos os cursos, e depois veríamos o que fazer.
No início das aulas, a Nura conheceu nossa amiga Lígia Pinto Rosso, que era sua colega em Letras, e falou sobre Reiki e algo novo chamado Sistema Devocional, que era muito forte. Em seguida ela nos apresentou  Antônio Carlos Izolan, que era mestre em Reiki, sendo que a Nura logo fez o nível I de Reiki.
Três meses mais tarde, foi a minha vez de fazer o nível I de Reiki com o Izolan.
Mas eu queria conhecer o Sistema Devocional, eu sentia que era aquilo que eu buscava. Eu chegava a sonhar com o Sistema Devocional, até em inglês “Devocional System”. Era uma coisa louca. Mais tarde eu contei isso para o Jardim.
Enquanto eu não encontrava o Sistema Devocional, eu fiz o nível II de Reiki com o Izolan. Foi bom, foi um preparo, mas faltava algo.
Nunca surgia a oportunidade de eu conhecer o Delci Jardim da Trindade e o Sistema Devocional.
Eu era muito magra, muito mesmo. Um dia a Lígia disse para a Nura que o Sistema Devocional era tão forte, que eu podia até morrer. Então a Nura não me auxiliava nisso, até por medo.
Meu pai já era idoso e tínhamos uma cuidadora que ficava com ele enquanto trabalhávamos e estudávamos. O enteado dela de treze anos quis fazer o curso de Reiki e falei com o Izolan, que me pediu que eu o acompanhasse então, já que era um menino e eu era a pessoa conhecida.
No dia 14 de dezembro de 2002, fomos eu e o menino bem cedo para a casa do Izolan. Chegando lá, o Izolan me pediu um “favor”, que eu ficasse na sala, pois ele esperava a visita do amigo Delci Jardim da Trindade, que eu abrisse o portão e o recebesse, pois a Marta não iria ficar.
Eu fiquei muito, muito feliz, mas muito desconsertada. Não sabia nem o que dizer diante de uma pessoa tão importante. Pelas 10 h o Jardim chegou, abri o portão, abri a porta, falei o que o Izolan tinha me pedido para falar e fiquei em silêncio.
O Jardim, então, perguntou se eu gostaria de uma aplicação. De tanto que eu queria, eu nem sei direito o que eu disse, mas recebi a aplicação com muita gratidão. Ao final, o Jardim me perguntou como eu me senti e eu respondi que estava bem, que havia sentido (e fiz um gesto com o dedo indicador) que  algo que estava preso na minha garganta tinha sido arrancado.
Em seguida, o Jardim me perguntou se eu gostaria de fazer o seminário de Sistema Devocional, explicou-me que seria em dois dias, no caso duas tardes, os cuidados, e combinamos que ele levaria na segunda-feira a apostila no meu trabalho para eu ler antecipadamente.
De tão feliz, de tão surpresa de que eu poderia fazer o seminário (minha auto-estima era muito baixa na época), eu fiquei fora do ar.
Registro aqui minha profunda gratidão pela sabedoria da Graça Divina que faz seus caminhos para me levar ao caminho e a duas pessoas muito especiais na minha vida: Lígia Pinto Rosso que me falou sobre o Sistema Devocional; Antônio Carlos Izolan que nos abriu as portas de sua casa e onde quase todos nós antigos conhecemos o Jardim.
E minha filha cursou alguns semestres de Letras, cursou Direito, especialização.

2. Fazendo o Nível I do Sistema Devocional:
Na segunda-feira, na primeira hora da manhã, o Jardim levou a apostila no meu trabalho para eu fazer a leitura prévia e me pediu que eu ligasse para ele na quarta-feira para passar as minhas impressões.
Quando cheguei a minha casa naquele dia, nem fome tinha, li avidamente a apostila, reli algumas partes. Na terça-feira também. Na quarta-feira pela manhã liguei para ele e falei tudo o que tinha sentido, entendido ou não, mas que sentia que era aquilo que eu esperava para minha vida. Então o Jardim me perguntou se minha filha não queria fazer o seminário também. Eu respondi que não tinha falado com ela sobre isso porque não sabia se seria possível, que ela não tinha lido a apostila ainda. Ele me respondeu que a Nura já tinha lido tudo enquanto eu não estava em casa e que ela poderia fazer se quisesse.
No sábado, dia 21 de dezembro de 2002, devidamente preparadas, eu e a Nura fomos para o apartamento do Jardim às 13h como ele havia pedido.
Nós éramos muito xucras naquela época, e até radicais. Como achamos que teríamos fome, levamos um potinho com bolo natureba e uma caixa de banchá, que a gente só pediria água quente. Naquela época, nós não tomávamos nem refrigerante.
Quando chegamos, a Marta tinha comprado biscoitos, chocolate, coca-cola, coisas para nos agradar. Ficamos com vergonha da nossa xucrice e no intervalo, comemos um pedaço de chocolate.
O momento mais impressionante para mim foi a iniciação. Eu senti muito a energia, parecia que eu ia explodir, e de olhos fechados eu enxergava um japonês idoso no lugar onde estava o Jardim. Quando ele me pediu para abrir os olhos, eu continuei enxergando o japonês idoso no lugar dele, não sei como, e pisquei os olhos com força. O Jardim me perguntou se eu estava bem. Respondi que sim, mas que estava vendo o japonês idoso bem onde ele estava. Ele só me deu meu nome cósmico e não falou sobre isso. Falou sobre a importância do nome cósmico, de mantê-lo guardado, de proferi-lo como um mantra pessoal, o que faço até hoje. Se estou caminhando na rua, ou estou fazendo IOM mentalmente, ou meu nome cósmico.
Depois foi a iniciação da Nura e eu fiquei aguardando.
Ao final, ele nos orientou bem como fazermos nossa primeira auto-aplicação e fez mais recomendações de cuidados até o dia seguinte, que seria a segunda parte da iniciação. Retornamos para nossa casa ao entardecer. Estávamos muito felizes.
Considero esse dia como meu verdadeiro aniversário.
Retornamos no dia seguinte, mais tranquilas por um lado, mas já sentindo que havia algo profundo e diferente em nós.
Fizemos o segundo dia de seminário, anotamos tudo o que o Jardim dizia, tomamos o chá com biscoitos e chocolate da Marta.
Na hora da segunda parte da iniciação, aconteceu a mesma coisa: a energia muito forte e o japonês idoso. Eu falei isso para o Jardim no final. Quando deu uma acalmada na onda de energia, o Jardim me entregou a apostila do Nível II e disse que eu estava iniciada nos dois níveis, que poderia chegar em casa, ler e traçar os símbolos. Fiquei sem palavras. Eu havia esperado muito pelo Sistema Devocional e agora poderia praticar muito. Foi muita felicidade.
Logo, com a felicidade, vieram as muitas mudanças. Parecia que minha vida tinha virado de pés para o ar. Foram mudanças muito radicais em todos os sentidos da vida, assim já de início. Mas era daquilo que eu precisava e eu me aplicava e me colocava os símbolos diariamente.
Algum tempo depois, descobri que o japonês era o próprio Jardim.
Íamos também às meditações de quarta-feira. Um dia, o Jardim estava com um quadro do Símbolo da Transmutação, e eu sentia uma energia muito, muito grande nele, e queria o Símbolo, mas seria só no nível III.
Uma vez, o Jardim tinha colocado o Símbolo da Transmutação atrás de um quadro, eu fui virar o quadro para olhar o Símbolo, de tanto que eu o queria.
No dia que a Nura fez o nível II, eu também assisti, e, nesse dia, o Jardim me passou somente o Símbolo da Transmutação. Eu tinha vontade de pular de tanta alegria. Cheguei em casa e meu pai tinha comprado um caldeirão de mocotó. Muito feliz e muito sem noção, coloquei o Símbolo da Transmutação naquela panela enorme e a coisa começou a borbulhar, derramou no balcão, no chão. Foi um horror, mas felizmente meu pai viu que aquilo era uma porcaria e nunca mais quis comer nem comprar aquilo.
Posso dizer que tive muitos livramentos nessa época. Todas as coisas que eu temia perder foram embora, e depois que foram embora eu vi que foi isso o que realmente ganhei.

3. Nível III do Sistema Devocional e intensificação dos processos:
No dia 23 de agosto de 2003, eu e a Nura fizemos o nível III. Quando fiz o Protocolo de Micah e a Invocação da Graça Divina eu senti que algo muito sério tinha acontecido comigo. Eu senti aquilo de uma maneira tão forte e irreversível, que até hoje não sei nem como falar  sobre isso. Eu assinei o Protocolo realmente. Eu senti que não tinha mais volta, mas não sabia o que tinha pela frente. Era uma incerteza.
O que ainda estava direito, terminou de virar de pernas para o ar na minha vida. Foram situações muito difíceis, mas nunca deixei de me aplicar todos os dias, nem de meditar na quarta-feira, nem de fazer as técnicas dos níveis. Anos mais tarde o Jardim me falou que não faria mais dois níveis num mesmo dia para uma pessoa por causa das reviravoltas. No meu caso de estagnação, tenho certeza que ele fez a coisa mais certa possível, algo que realmente me sacudiu e abalou minhas estruturas me fazendo mudar.
Logo em seguida, o Jardim dissolveu o grupo que havia e do qual eu e a Nura fazíamos parte, porque o grupo não estava correspondendo.
Aí ficamos sozinhas. Eu fiquei doente, tinha febres terríveis e muitas dores nas pernas. Um aluno mais antigo, e com quem eu ainda mantinha contato, me aplicou algumas vezes e me ajudou muito a superar essa fase difícil quanto a minha saúde, mas depois ele foi para outras práticas e não tivemos mais contato. Ele já tinha o nível IV. Como contei para ele que dormia com os símbolos que eu tinha embaixo do travesseiro, ele fez um papel com todos os símbolos, inclusive os de iniciação e me deu, para me ajudar. E eu dormi muitos anos com todos os símbolos embaixo do travesseiro.
Mesmo não fazendo parte de grupo, eu e a Nura meditávamos todas as quartas-feiras e nos aplicávamos todos os dias. Esse tempo fiquei sem contato com o Jardim, pois não tinha entendido bem a dissolução do grupo, achava que era por minha causa, mas respeitava isso. Queria mudar internamente.
Em maio de 2005, o Jardim me levou um convite para um Wesak que seria no Centro Empresarial. A Nura não quis ir, mas eu fui. Ao final, o Jardim me deu um CD com músicas para a meditação de quarta-feira. Eu entendi que ele estava nos acompanhando e sabia o que fazíamos. E retomamos o contato. Eu mandava muitos e muitos emails. Alguns eram respondidos, outros não.

4. Grandes transformações e nível IV:
As mudanças foram tantas que parentes e amigos não me reconheciam mais, diziam que eu era outra pessoa. Mas era só o começo.
Em abril de 2006, quando eu fazia a Técnica da Ponte de Hélio do Nível II, aconteceu-me uma coisa que chamei de conexão. No momento da prática, senti a energia vinda da Ponte de Hélio e a energia vinda do Portal da Mestra Nada formarem tipo um tornado na minha cabeça e tive a sensação de ter sido suspensa no ar, pareceu-me alcançar o teto da casa. Foi muita energia branca e dourada. Depois disso, fiquei por uns trinta dias com o corpo moído, parecendo que músculos e nervos tinham se despegado dos ossos.
Falei isso para o Jardim através de email, sendo que na época a internet era muito ruim, e nós tínhamos um computador antigo e sempre caía a internet e eu perdia o email. Então comecei uma série que eu chamei de “reflexões”, mas eram os relatos quase diários das intensas mudanças pelas quais eu passava, que eu fazia no “Word” e anexava ao email. Ele me indicou que fizesse meditações diárias com a música Galactica e o Símbolo Família Estelar.
Certo dia,  durante uma das meditações, fui  em consciência para um lugar, onde estava um ser com uma forte luz na cabeça, onde havia muitas naves e era um descampado. Não havia construções, apenas aquele lugar lindo, limpo, com muitas naves. Foi tão forte que nesse dia nem escrevi a “reflexão” do dia.
No dia seguinte, a primeira pessoa que chegou no meu trabalho foi o Jardim, chegou no meu guichê e me disse: “ Aquele lugar é o planeta Ceres,  onde existe uma base dos Comandos Delta, comandados por Ashtar Sheran, e é onde eu estive nos últimos dois mil anos.” Fiquei sem palavras. Mostrei o desenho que tinha feito de Ashtar Sheran, que eu guardo até hoje. Logo o Jardim se despediu e foi.
Nessas meditações, retornei muitas e muitas vezes a Ceres e aprendi a estar com os Comandos.
No final de maio desse ano de 2006, o Jardim me ligou e pediu para eu ir falar com ele no sábado, já no CTM – Centro de Treinamento do MOINTIAN. Era um dia bem frio, ele tinha feito fogo e a Marta tinha preparado um chá para me esperar. Quando cheguei, ela nos deixou. Nesse dia o Jardim me sintonizou no nível IV. Foi uma emoção o Símbolo Fluxo Divino.
O Manual do MOINTIAN ainda não estava pronto, e o Jardim me deu as páginas do Nível IV impressas, e  com o segundo mantra tapado com um adesivo para eu não ver. Disse-me para eu fazer cada mantra por 21 dias, anotar as impressões, e fazer o maior número de vezes por dia.
E assim fiz. Saía rua afora proferindo o mantra baixinho. No período dos 21 dias do primeiro mantra até que foi tudo tranquilo. Mas nos 21 dias do segundo mantra, foi tudo bem difícil. Eu fazia o mantra com a mesma dedicação, mas quando dormia, sonhava que estava atravessando um deserto, eu estava vestida com trapos, se caminhava na noite escura por causa do calor do dia, e meu filho morria. Eu chorava muito, gritava alto: “Meu filho, meu filho.” Acordava suada, exausta. Tinha um dia de trabalho pela frente, e uma noite de estudo, pois estava cursando meu último ano de Direito. No vigésimo primeiro dia do segundo mantra se repetiu o mesmo sonho, mas no meio da escuridão, veio o Mestre Kuthumi, mas diferente, não como nas gravuras que a gente vê,  um Kuthumi com um rosto rústico, e me ajudou a fazer a travessia na noite escura, até que chegamos a uma porta. Ele me disse: “Aqui é Erks, entra.” A porta se abriu, eu olhei para ele me despedindo e agradecendo e entrei. Mas esta é outra história, para outra hora.
O Jardim diz que as memórias começam a voltar com o nível III, mas foi imperceptível para mim. Eu senti que minhas memórias começaram a voltar durante o segundo mantra do nível IV.
Foi um ano em que escrevi muitas e muitas reflexões, pois quase a cada dia me acontecia uma coisa interna nova, e eu escrevia até para entender. E enviava ao Jardim.
Nesse período, ganhei muitos presentes internos de Micah. Um dia falei para o Jardim que eu me sentia com uma caravana de coisas. Ele me respondeu que costumava chamar de vagão.
Precisamente no dia 28 de fevereiro de 2007, numa meditação de quarta-feira, senti que Micah me estendeu a mão e com ela me alcançou um objeto, que depois o Jardim me explicou que era o Cetro de Luz. Segurei o Cetro com a mão direita, e se abriu um túnel de luz branca por onde fui, fui, fui. Era tudo tão branco que pareciam paredes de gelo. Fui até chegar num lugar com uma luz dourada brilhante, intensa, onde se encontravam dois seres adultos e uma criança. Uma porta foi aberta e vi um longo campo com letras, onde um dos seres me explicou que eram letras que tinham sido perdidas na obscuridade planetária. Foram muitas revelações e quando terminou a meditação, mesmo sem saber o que exatamente tinha acontecido comigo, peguei um pedaço de papel e escrevi tudo, detalhadamente.
Como o Jardim percebe exatamente tudo o que acontece com todos os alunos do MOINTIAN, no outro dia já me chamou para conversar e me explicou que era o Cetro e outras informações que aclararam a minha percepção, bem como o ser que falou comigo era o Arcanjo Jofiel.
Nesse dia iniciou um trabalho que tem sido a minha vida, um trabalho de todos os dias, onde vieram muitas e muitas lembranças e descobri qual é a minha família estelar.
Descobri que “meu povo” não conseguiu cumprir sua missão no seu planeta original e o destruiu, restando apenas fragmentos no formato de asteróides em meio à poeira, que depois de éons se equilibraram formando o hoje chamado Sistema de Capela, o único dos quais se tem conhecimento, que possui três sóis.
A cada auto-aplicação e a cada meditação de quarta-feira esse processo foi se intensificando e mais e mais informações chegaram e continuam chegando.
Nesse tempo passei a sair com os Comandos, mas eu nem sabia porquê ou para quê. Pareciam passeios.
Então o Jardim foi estudar na Argentina e ficou muito difícil nosso contato, quase sempre uma vez por ano, quando ele vinha em férias e nós o encontrávamos na casa do Izolan.
Eu me vi sozinha com um enorme processo interno para trabalhar. Fiz imensas anotações manuscritas que guardo até hoje, algumas em qualquer pedaço de papel que eu encontrava à mão, para não perder o momento. Numa dessas ocasiões em que encontrei o Jardim, ele me sugeriu que eu digitasse e pensasse em colocar num livro todas essas coisas. Por duas vezes escrevi, mas deram panes  misteriosas no computador, que queimou completamente, sem que pudesse recuperar qualquer coisa. Aí coloquei tudo numa caixa e guardei por um bom tempo.

5. Seguindo...:
Depois o Jardim retornou e ficou bem mais fácil o contato, tanto por email como presencial.
Eu continuava com os sonhos esquisitos. Sonhei que estava numa escola de interior, com um quadro negro baixo, com cadeiras de palha trançada, e estava dando uma estranha aula para alguns alunos. No sonho, eu desenhei no quadro um centro e os universos que o circundam. E falei para os alunos: “Este é o Deus Supremo, Altíssimo, Eterno, Absoluto, Aquele que é Luz Divina que existe desde antes dos dias, a Fonte.”  No outro dia fui correndo contar meu sonho para o Jardim, que me respondeu: “ Anote isto, nunca esqueças, isto vai te servir mais adiante.” E anotei.
Teve uma ocasião, em 2012,  em que eu estava em uma nave dos Comandos e chegamos num lugar muito trevoso e estava difícil de sair de lá. Comecei a irradiar a energia do MOINTIAN com as mãos, e meus companheiros na nave me perguntaram como poderiam fazer o mesmo. Naquele instante, naquele lugar, naquela dimensão, passei a Chama Devocional para todos e todos irradiamos juntos, e aconteceu como um salto, saímos daquele lugar de trevas e retornamos tranquilamente para Ceres, depois para casa.
No outro dia, bem cedo, liguei para o Jardim e disse: “Não sei como aconteceu, mas sei que passei a Chama para um pessoal dos Comandos e funcionou”.
Nesse mesmo ano o Jardim escreveu o Livro Branco, do qual tive a oportunidade de auxiliar na correção, o que foi um privilégio para mim e também motivo de profunda gratidão. O Livro Branco é cheio de chaves, tanto que depois pedi ao Jardim o rascunho com minhas anotações para a vida. Uma das principais chaves é o conhecimento da campânula e de suas coisas.
Após as minhas muitas e contínuas leituras do Livro Branco, passei a entender realmente toda a extensão do meu processo interno. Entendi porque o Arcanjo Jofiel só entrava comigo até a porta do Campo das Letras e depois eu tinha que me virar sozinha. Então ficou um grande turbilhão dentro de mim, pois tinha que processar em mim todas as mudanças necessárias para fazer meu trabalho corretamente.
Sofri muitos e muitos ataques. Um deles, um ataque dos greys, eu teria morrido se não fosse o Jardim ter me salvado.
Muitos seres das trevas começaram a se disfarçar de animais para me seduzir, como que se grudando nos nossos animais de estimação em nossa casa, sendo que muitos e muitos morreram do ataque dessa energia deletéria.  Uma vez, num sonho veio um cão para o meu lado, com a cabeça baixa e a cola entre as pernas. No sonho, pensei: “Não como carne, não maltrato animais, como ele pode estar assim, parecendo com medo de mim?” Ativei o Símbolo da Transmutação e empurrei-o com a mão em direção ao suposto cão, que perdeu o disfarce e se mostrou o que realmente era. Coloquei muitas vezes o Símbolo da Transmutação até que um o segurou como se fosse uma rede e ele foi precipitado num abismo.
Em 2015, veio o Livro Verde, também recheado de chaves.
Unindo as chaves do Livro Branco com as do Livro Verde, recém estou conseguindo me desprogramar do programa em que estão inseridos os capelinos encarnados aqui. Num tempo linear, não sei ao certo quantos milhares de anos de programa tenho que deletar de mim, mas estou conseguindo, tanto que é a primeira vez que exponho esses fatos. Foi um grande choque descobrir que o deus que eu amava foi o meu algoz.

6. A importância do MOINTIAN na minha vida:
Este é um breve resumo relativo ao meu processo interno. De todas essas vivências veio a certeza que o MOINTIAN é só praticar que funciona.
Quero deixar claro que nada disso teria acontecido se eu não tivesse o MOINTIAN. Se aconteceu  comigo, acontecerá para todos os que praticarem exatamente o que está no Manual do MOINTIAN e o que o Jardim instrui.  Não que tenha sido fácil. Sou provavelmente a pessoa que o Jardim mais xingou em todos esses anos de MOINTIAN. Uma vez ele me xingou tão forte que eu estava com uma xícara na mão e a xícara quebrou. Aliás, naquela época eu pensei que eram xingadas, mas na verdade eram firmes alertas para eu não me perder no caminho. Internamente, no entanto, eu sempre senti que o MOINTIAN era a minha saída e pensava que ele enxergava em mim as coisas que eu não queria ver. De fato.
Em cada época, em cada povo, houve seu método. Aprendi que o MOINTIAN é o método deste momento planetário.
Alguns povos, como os capelinos,  perderam o seu método original e passaram a fazer parte do programa da campânula. Descobrir isto é uma verdadeira libertação. O método original de Capela prevê três aspectos na construção interna do ser: amor incondicional, não julgamento e disposição para o bem. Estou me esforçando para praticar com toda a força. O grande segredo é nos concentrarmos no nosso interno e cada vez mais irradiar mais luz.
Aprendi que quando a gente entra no fluxo do MOINTIAN, a constante é a mudança. A cada passo dado, surge algo novo, algo mais a ser mudado.
Mas o mais importante deste momento único e singular que estamos vivendo, individualmente ou como grupo do MOINTIAN, é entender que o Jardim é o MOINTIAN. Temos o privilégio de aprender diretamente com ele, falar com ele, trocar emails, almoçar, ter charla, receber energia, enfim. Que todos possamos dar o verdadeiro valor a isto!
Não encontro nas nossas palavras humanas uma palavra que consiga expressar o tamanho da minha gratidão ao Jardim e ao MOINTIAN, por tudo!
Santiago, 05 de fevereiro de 2017.

Maria de Fátima Franki Friedriczewski



Um comentário:

  1. Há muito tempo ouvi uma estorinha mais ou menos assim: Certo menino queria dar comida aos passarinhos e em se aproximando eles voavam para longe. Tentou por várias vezes até se frustrar. Daí alguém com sabedoria lhe disse que para se aproximar dos passarinhos e lhes dar de comer ele teria que tornar-se um passarinho também.

    Eu buscava a espiritualidade há muito tempo. Conheci muitos “super-homens”, “super-santos”, “super-espirituais” até que me cansei de não conseguir me aproximar de alguém com os pés marcados pela caminhada, com o ser cheio de vida, amor, paz, e ainda assim revestido da humanidade, alguém assim como eu.

    Tu és o passarinho que veio estar conosco nos ensinando a comer melhor e a abandonar voos ilusórios. Veio nos mostrar que voar de verdade é muito simples.

    Minha viagem ao sul para estar contigo e te conhecer foi estar com o Jardim, o homem, o mensageiro, o ente amável e bem-humorado, que nos fez sentir que a espiritualidade não se reveste de excesso de roupagem e também não se traveste, não rouba a forma de outras “espiritualidades” tão comuns nos dias de hoje.

    As reflexões daqueles momentos ainda estão em andamento dentro de mim. Reflexões, recordações, palavras e bastante riso ...

    Sei que alçarei altos voos, bem reais!

    Obrigado por caminhar conosco

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